segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Imagine all the people

Já pensou que, na verdade, todos nós temos algo em comum? E nem é uma semelhança tão forçada assim.

No fundo, é como se você olhasse pra alguém e já conhecesse aquela pessoa. No fundo mesmo, você conhece. Ela não é muito diferente de você, na essência. As coisas que ela passou e viu fizeram ela crescer de um modo totalmente a parte do seu, mas se você olhar bem lá dentro, vai notar claramente que vocês são iguais.
E, se for parar pra pensar bem, talvez não seja ela a diferente. Pra ela, é você quem é uma pessoa que teve uma vida com experiências totalmente desconhecidas que te formaram como você é. Mas, se ela for esperta, vai perceber que na essência vocês são a mesma coisa.

Quando se passa na rua e se vê aquela infinidade de gente, não é como se fossem vários bichos de sete cabeças. São todos iguais. Cada um encarou a vida a seu modo mas, no fundo, você pode entender todos eles, basta entender você.

É assim que eu vejo.

Uma pessoa normal.

Penso que não existam pessoas desinteressantes. Não exista um ser humano que não valha a pena.
Alguém que nasça, viva e morra do modo mais óbvio possível. Que siga rotinas, não seja feliz nem triste, que não chame atenção em meio a todos os outros. Alguém que tenha uma infância normal, uma maturidade normal, um ou dois filhos num casamento normal, netos e, por fim, morra por meios normais. Alguém que não tenha sequer uma história interessante sobre si mesmo pra contar, que jamais tenha feito qualquer coisa fora do padrão ou acreditado em algo que o faça sentir vontade de mudar o jogo.
Mesmo que um dia eu encontre alguém assim, estarei diante de uma das pessoas mais interessantes que o mundo já viu. Uma pessoa totalmente anormal.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Lá no Rio de Janeiro


Mamãe chorou :')