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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Quando eu morrer não quero choro nem vela...

Segue uma despedida antecipada, para o caso de eu ser atropelado ou tomar uma bala perdida qualquer dia desses e não der tempo de escrever uma maior:

À toda a minha família, aquele beijo e aquela força.
Ao papai e à mamãe, um abraço eterno em especial. Cada sacrifício que me orgulhei de fazer foi pelo caráter que vocês me deram.
À minha irmãzinha: Vencer, sis! O mundo aqui fora é bem mais complicado, mas você vai tirar de letra com seu sorriso e seus amigos.

À todas as mulheres por quem me apaixonei na vida: Não lhes devo nada, teria sido muito mais fácil sem vocês.
Com toda a delicadeza e boa vontade que tive todo o tempo por vocês, desejo que cada uma vá pra puta que lhe pariu.

Aos meus amigos: Pra vocês eu devo tudo, teria sido muito mais difícil sem vocês.

É só isso. Amo cada um de vocês, muito obrigado e se cuidem enquanto eu estiver fora.



Não, eu não estou com tendências suicídas! Só me ocorreu deitado na cama que se eu morresse de repente, uma despedida passaria em branco. Então caso me aconteça um acidente fatal, por favor peço pro primeiro que ver isso que espalhe pra quem eu conhecia. Valeu!

No mais, já declarei que doem todos os meus orgãos e com as minhas coisas a minha família vai saber o que fazer. Não faço questão que façam nada em especial com o corpo, não vou usar.
Mas seria legal se no funeral dessem uma festa bem animada convidando todo mundo. Ah, e quero que os meus brothers bebam até sair carregados, de preferência. (:

sábado, 28 de maio de 2011

Roll a D6!

Sabe o que é você estar sem fazer nada quando te mandam um vídeo e você, internet ruim, só abre porque tá de bom humor?
Sabe o que é, depois de meia hora carregando, esse vídeo fazer você gritar na mais pura nostalgia?
Sabe?

Essa eu dedico aos meus saudosos RPGistas e todas as horas de vida real e mérito com as mulheres que trocamos por interpretar papéis e dilacerar monstros e criaturas místicas em geral.




Mais que um vídeo no youtube, um estilo de vida.

Segue letra, aos mais interessados:

In the basement rollin dice, I’m a wizard
When we play we do it right, candles flicker
Fighting dragons in my mind, (in my mind) just for kicks (kicks)
DM says you’re gonna die, roll a D6!

Roll a D6, roll a D6
Na-na-na-na-now DM says you’re gonna die, roll a D6!

Roll a D6, roll a D6
Na-na-na-na-now DM says you’re gonna die, roll a D6!

Gimme perception check (check)
Make your damn roll worthwhile
Players love my style, at my table gettin wild
Got these schemes a plottin, I got my map and my cloak
Got the players heads a poppin, someone get me more Coke!

HELL YEAA
Level up! Lev- Level up!
Goblins all around me I be hackin em all up!
I be hackin em all up!
I be hackin em all up!
When there’s Goblins all around me I be hackin em all up up up

In the basement rollin dice, I’m a wizard
When we play we think we fight giant lizards
Getting treasure piled high (piled high), Like the Rogue, Nyx
Steal a wallet from that guy? Roll a D6!

Roll a D6, roll a D6
Na-na-na-na-now Steal a wallet from that guy, roll a D6!

Roll a D6, roll a D6
Na-na-na-na-now Steal a wallet from that guy, roll a D6!

Keepin it keepin it wild, In the forest I got style,
I’m a level thirty ranger, I been playin for a while
This is how we live, every single night
Necromancer raise the dead , and let me see them fight (ight ight ight)
HELL YEAA
Raise em up, raise, raise em up!
Zombies all around me I be hackin them all up
I be hackin them all up
I be hackin them all up
When there zombies all around me I be hackin them all up up up

Sittin down here with these mice, I’m a wizard
When we play we go all night, eating twizzlers
Got my spell books piled high, (piled high) learning new tricks
Shooting lightning to the sky, (whispered) roll a D6!

Roll a D6, roll a D6
A HA HA HA HA Shooting lightning to the sky, roll a D6!

Roll a D6, roll a D6
A HA HA HA HA Shooting lightning to the sky, roll a D6!

Its that Dungeon Crawlin Beast make you put yo shields up
Make you put yo shields up, put yo, put yo shields up!
Its that Dungeon Crawlin Beast make you put yo shields up
Make you put yo shields up, put yo, put yo shields up!
HELL YEAAA Make you put yo shields up, put yo, put yo shields up!
HELL YEAAA Make you put yo shields up, put yo, put yo shields up!

In the basement rollin dice, I’m a wizard
When we play we do it right, candles flicker
Fighting dragons in my mind, (in my mind) just for kicks (kicks)
DM says you’re gonna die, roll a D6

Roll a D6, roll a D6
HA ha ha ha ha DM says you’re gonna die, roll a D6

Roll a D6, roll a D6
HA ha ha ha ha DM says you’re gonna die, roll a D6

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Canta aquela música que a gente ria...

É verdade, a gente mudou muito.
Não só vocês, não só eu. Todos nós mudamos com o tempo.
Isso é muito legal. O caminho que cada um seguiu é bem diferente de todos os outros, e mesmo assim, a despeito de todos os clichês de distância e afastamento, continuamos sempre unidos.
É legal comparar cada um de nós agora com o que nós fomos antes e com o que os outros se tornaram.

A vontade que eu tenho é de citar um por um e fazer aqueles comentários saudosos e comprometedores. Mas, apesar de saudoso, isso seria comprometedor. Então fica aqui a vontade e, os que sabem, lembrarão de todos.
Todos os extremos que atraímos e até hoje não sabemos o que todos tinham em comum a ponto de formar um grupo. Todas as coisas esquisitas que fizemos juntos.
As influências que uns demos aos outros. Cada um vai levar pro resto da vida um pouquinho do que aprendeu convivendo junto.

Poxa, cedo ou tarde ia bater aquela saudade. Bateu!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Tive razão.

Uruca. Essa é a palavra que descreve o que jogaram pra cima de mim. Vi isso no nick de alguém e imediatamente coloquei no meu também.
Minha nossa, é muita merda acontecendo de uma vez. É muita coisa pra pensar, muita coisa pra resolver. Muita coisa me testando numa época em que eu esperava estar descansando, no mínimo.

Mas no meio disso tudo, ao menos uma boa notícia. E uma baita duma boa notícia.
Vou te contar que não tinha hora melhor pra fugir. Começar vida nova, esfriar a cabeça. Esse é um momento que eu agradeço ao Gam do passado por ter feito essa escolha.
E aos meus amigos por me fazerem companhia nos últimos dias. Fizeram toda a diferença.
Espero encontrar gente da hora assim lá também, sem sacanagem.

Passei, se pá.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

É ELE?


CHEGOU
O fantásticuloso Milk Shake Ó LÁ GAM finalmente está de volta, em toda a sua esplendorozice e fabulolização!!

ISSO MESMO!

E É AMANHÃ PUTA QUE PARIU, ASHIHIODHASIOJIODJAKSLDJ

VOCÊ QUE LEU ESTE POST ESTÁ CONVIDADO A VIR PARA A MINHA GOMA AMANHÃ (Sexta 07/01) DEPOIS DO ALMOÇO PARA DEGUSTAR-SE COM TAL EFETONOMARAVILHA

IF POSSIBLE, traga cinco reais pra ajudar a pagar o sorvete. Como muita gente vem sem dinheiro, quem tiver um pouco mais e disponibilidade para ajudar, além de um BELÍSSIMO CORAÇÃO, traga mais que cinco aeeee!!! A estes será dada a preferência quando o milk shake começar a ser servido.

Beijomeliga :***
81637712

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Sexagésimo sétimo

Eu já cheguei a comentar sobre a Mika aqui recentemente?
Estamos nos falando normalmente. Hoje ela tá namorando com um grande amigo meu e as coisas não poderiam estar mais calmas. É engraçado como o mundo dá voltas, né?

Tô postando de novo porque eu tava vendo o blog dela e me lembrei de um fato esquisito.
No tempo em que namorávamos, antes até de todas as tretas e separações (ou entre elas, não lembro), ela tava aqui em casa reclamando das fotos que eu insistia em guardar.
Eu dizia que eu gostava de ter lembranças. Que não tinha mal algum em guardar um número enorme de fotos e pá. Mas ela ficava realmente revoltada com isso. Queria que eu apagasse as fotos. Por um brevíssimo momento eu cheguei até a pensar que era eu o errado da história, imagine.

Bom, o link que segue vai explicar sozinho a que ponto eu quero chegar. Vide o último post do blog dela: http://mikamc.blogspot.com/2010/10/sexagesimo-setimo.html

Esses artitas... Vai entender!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Te segura, te segura...

Tive um dia interessante hoje. O post que se segue pode parecer um diarinho, mas na verdade existem algumas mensagens que eu gostaria de passar a partir das coisas que me aconteceram. Não que elas sejam importantes ou úteis, mas com certeza são mais interessantes que uma mera narração tonta de um dia na rua.


Depois de várias semanas marcando de me encontrar e me enchendo de canos, minha amiguxinha Mazinha (diga-se de passagem, uma delícia de pessoa em vários sentidos) finalmente apareceu num programa. Ela me levou, pela primeira vez em minha vida, a um restaurante vegetariano.
Ok, eu devo admitir que um monte de mato é capaz de ter um gosto saboroso e que dá pra encher o estômago sem qualquer grama de carne. Posso admitir, inclusive, que carne de soja não é tão ruim assim. Não se compara a verdadeira, mas dá uma enganada.
Porém, como disse o grande Vinícius de Moraes... "As vaquinhas que me perdoem, mas carne é fundamental". Bom, se não foi isso foi algo parecido e igualmente importante.
Sei que com esse trecho do post eu posso estar atraindo uma série de inimigos e guerrilheiros verdes, mas eu juro que não é de propósito. Eu gostaria muito de viver em harmonia com os vegans de extrema esquerda desse país, mas eles são muito agressivos! Aliás, verdade seja dita, os tempos mudaram. Hoje em dia se você é hétero, comedor de carne ou qualquer outra coisa que antigamente era considerado óbvio, é discriminado como um monstro nazista. Estamos perdendo a liberdade de escolha nesse mundo ao avesso, pô.

Barriga cheia de mato e queijo, tivemos um breve encontro com Faifaizera e acabamos nos separando. Por algum motivo que eu não consigo aceitar, a Mazinha não queria que a gente a ajudasse a escolher calcinhas na loja de roupa.
O Faifaizox me acompanhou até o posto de saúde, onde eu supostamente tomaria a minha vacina contra Gripe Suína, mas eu o dei liberdade moral para me abandonar quando vieram avisar que o carregamento de vacina tava uma hora atrasado.
Mas o ponto não é esse. Infelizmente, esse tipo de coisa é normal por aqui.
O ponto é que a fila da injeção, no último dia de vacinação grátis, era minúscula. Caramba, no último dia de tirar o título de eleitor a fila era quilométrica, avançava quarteirões. Pra votar no Zé Bizoio só de sacanagem a galera sai de casa, mas pra própria saúde não vale tanto a pena. Fiquei um tanto indignado, mas ao mesmo tempo aliviado.
No fim das contas não acreditaram que eu era um asmático, descrentes! Quando for visitar os milicas, vou levar um atestado pra não cometer o mesmo erro.

Oficialmente marcado pra morrer de gripe, sem qualquer mão amiga do governo para me socorrer, passei numa lojinha (onde encontrei o Fai de novo. Caceta, que cara onipresente) e comprei um cata-ovo. Puxa vida, quando um homem escolhe um artigo esquisito, aquilo passa a fazer parte dele. Aquele tipo de coisa que faz uma pessoa se sentir pelada se ela não estiver usando, sabe? Eu tinha um cabelo esquisito, troquei por um chapéu um pouco menos esquisito, mas estava sem ele há mais de um mês.
Eu tinha esquecido que eu tava me sentindo pelado até me sentir coberto de novo. Puxa vida, como é bom ter um chapéu na cabeça. O meu preferido o Fai ainda não devolveu, depois de uma festa esquisita cujas consequências repercurtem até hoje.

Mas se teve uma coisa que realmente marcou meu dia, foi o cara do cachorro-quente. Todo bom campineiro sabe do que eu tô falando quando eu cito o tal cachorro-quente da Prefeitura. Se você é campineiro e ainda não comprou aquilo, meu irmão... Tá esperando o quê?
É bom, é barato e é fácil de achar. Se tem uma coisa que eu me arrependo, é de não ter começado a comer lá antes.
O ponto é que o cara que me vendeu os cachorros-quentes por todo esse tempo é um baita piadista. Depois de ganhar certa intimidade, ele nunca perdia uma chance de sacanear a mim e a galera que ia comprar comigo.
"Saindo o cachorro-quente sem salsicha que você pediu... Não não, você pediu sem salsicha que eu me lembro bem. Agora vai ter que pagar, eu já fiz."
"Hahaha, relaxa. Eu tô brincando de novo. Eu gosto de brincar bastante, mas o meu irmão gêmeo que as vezes ocupa o meu lugar é bravão. Nós somos tão parecidos que você nunca sabe quando sou eu ou ele."
"Ué, você pegou o katchup? Isso aumenta em dois reais. Se tá escrito aqui? Ah, não tá não. Eu esqueci. Bom, mesmo assim aumenta, é claro."
"Ei, ei! Você tá esquecendo de pagar. Não, eu tenho certeza de que você não pagou. Não não, não lembro de ter dado o troco coisa nenhuma. Você tá querendo me roubar?"

E o desgraçado é tão convincente que as vezes ele realmente te modifica a memória recente, só revelando a brincadeira quando você já tá pagando pela segunda vez.
Pois é. Tava passando por lá hoje, a caminho do ponto de busão, quando me deparei com o cara do cachorro-quente carregando um saco de lixo. Notando a fila da barraquinha, eu dou uma espichada pra olhar lá dentro e, puta que pariu, é o cara do cachorro-quente lá vendendo cachorro-quente. O lazarento realmente tem um irmão gêmeo mal-humorado, e cada fio de cabelo é idêntico!
Talvez isso exija uma mente muito aberta pra entender porque eu achei graça, mas o fato é que eu fui o caminho inteiro até em casa rindo sem parar. A vida, apesar de certas peculiaridades inconvenientes e injustiças gritantes, tem um lado engraçado, que dá um ânimo extra.
Ultimamente eu tava meio pra baixo e pá (inclusive comentei há uns dois posts atrás), talvez eu ainda esteja. Mas esse fatinho banal realmente deu uma animada.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Campinas é destaque em feira de ciências nos EUA

Aquela tábua corrediça da escrivaninha do computador estourou repentinamente e levou meu teclado de bico pro chão. Por consequência, deu um puxão tão violento na CPU que ela apagou e não ligou de novo de jeito nenhum. Paralelamente, meu quarto não tem TV a cabo porque eu tô sempre no computador e disse pro meu pai que não fazia questão disso, pois não vejo televisão.

Onde eu quero chegar com isso? Bom, ontem a noite tava eu lá deitado assistindo um documentário na Cultura sobre a lua. Caramba, é muito interessante. Sabia que os Estados Unidos, antes de mandar a Apollo 11, enviou dezenas de mini-foguetes kamikaze pra lua que, em rota de colisão, filmavam a superfície dela? Os vídeos são basicamente uma aproximação geométrica, culminando no impacto e destruição da maquininha. Bacana pra caramba.
Então, em dado momento o narrador do documentário fez um comentário interessantíssimo, abordando um ponto de vista que eu jamais tinha parado pra reparar. "Enquanto os tripulantes da Apollo 11 transmitiam ao vivo em rede internacional, o mundo agora unido por um evento extraordinário olhava para a lua com outros olhos. Eles olhavam sabendo que, naquele exato momento, haviam duas pessoas ali olhando para eles também."
Porra, show de bola. Deve ter sido mesmo muito bacana estar lá presenciando isso.

Me lembrou da notícia do jornal que o Marms me mostrou ontem. Digo, o Fredão já tinha ligado pra comentar, mas o Marms chegou com a matéria na mochila e esticou ali em cima da mesa. O Alejandro, aquele argentino abobado de moral deturpada que todo mundo conhece, ganhou não apenas o primeiro prêmio na feira de ciências da escola, como também uma congratulação de oito mil (não sei se são dólares ou reais) e o direito de ter o seu nome batizando um asteróide recém-descoberto, cedidos pela comunidade científica.
Sabe, o engraçado é que ano passado, numa bela tarde nos encontrando no shopping (nossa, agora eu só piso lá de semestre em semestre), ele havia comentado algo a respeito dessa feira de ciências. E, pelo que ele falava, eu jamais diria que ele ia merecer ter o seu nome num asteróide.

Eu penso cá com meus botões. Em algum lugar lá em cima tem a porra de um asteróide andando a esmo e, ok, ele não sabe disso, mas tem o mesmo nome e sobrenome que um dos meus amigos próximos. Se um dia eu me pegar caminhando pelo espaço, vou bater com ele e falar "Eae, Alê!".

Bom, o preço do etanol será reduzido em 8% por culpa desse humilde projeto de ciências. Quem diria, né? Mundo engraçado. Agora você procura na internet por "Alejandro Escaffa" e o Google ainda te corrige, mostrando a grafia correta do sobrenome dele.
E eu aqui olhando pra cima e me perguntando se um dia a gente vai ver esse tal asteróide argentino.

terça-feira, 25 de maio de 2010

O Chico falou que a Rita levou o sorriso dele e o assunto...

Pô.
Super-mercados me deixam maior pra baixo. Sempre me pego pensando nas merdas da vida quando tô num desses sem fazer nada. Quando a música é boa, daquelas de deixar na bad, me deixa mais bolado ainda. É quase um transe, saca?
Quando a música é ruim eu fico só perturbado, mas é melhor do que toda aquela bolação.

Tô meio azul ultimamente. Tá na hora de chamar uns bests e ver quem aparece pra melhorar meu humor, vish.



Pronto, foi um diarinho pequeno. Nem aluguei tanto assim o tempo de vocês, vai!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ninguém sabe o duro que dei

O título é o nome de um álbum que o Fred copiou pro meu PC. Nem ouvi todas as músicas ainda mas, cara, o nome é muito bom. A título de curiosidade, o cantor chama Wilson Simonal.

Pô, puta vontade de postar uma música. Nenhuma em especial, só uma música qualquer. Mas sei lá, dá um puta trabalho pra achar uma só daquelas que tocam em blog. Eu queria colocar uma tracklist inteira aqui, tá ligado? E, por "aqui", eu me refiro a esse post, não ao Sburbles em geral.
Então já que eu não vou fazer isso, apenas finjam que eu fiz.

Finja que agora você está escutando aquela "Reason to Believe", que eu postei aqui outro dia. Agora finge que eu troquei por um cara de voz grave com um violão cantando diversas músicas nacionais e errando a letra várias e várias vezes.



Meu pai toca pra caralho. As vezes dá a louca nele e ele vai quietinho até o quarto da minha irmã, pega o violão e começa a cantar umas músicas pop antigas, daquelas que todo mundo sabe a letra. Infelizmente, ele não sabe. Eu só não digo pra ele que, se ele se esforçasse um pouco pra decorar a letra, seria melhor do que muito neguinho que passa na TV porque ele fica ofendido por isso. De qualquer forma, sempre que ele faz isso eu adoro escutar. De outro cômodo, fazendo outra coisa ou sentado de perna pro ar, que seja.

Minha mãe cozinha pra caralho. Se ela abrisse uma lanchonete, daria um pau em muitas outras que eu vejo por aí. Mas felizmente, ela já encontrou o seu hobby preferido. Artesanato. E, pasme você, ela é ótima nisso também.

Como eu não herdei nada disso desses dois, só me resta aproveitar enquanto ainda os tenho por perto.
Eu imagino a falta que esse pessoal todo de Campinas vai fazer se eu de fato prestar Oceanografia e de fato passar. Quanta história pra contar, rapaz...



Agora tá tocando Jack Johnson. Vai acompanhando, vai acompanhando!

Nesta área, imagine comentários sobre algo que não me é permitido comentar:
Caramba, eu tava em ####### no outro dia e ######## apareceu do nada ########. Puta que pariu, eu ####### cacete, ##########, mano. Aí ###### e eu, tipo, ########, porque ########. Porque ######### e meio que ########. O que me leva a ponderar sobre ########### quando #########. Talvez ######## mesmo. Aí ainda por cima ####### no ######. Minha cabeça ####### de artifício ####. Vai entender essas coisas.




Agora trocou pra Johnny Cash. Johnny Cash é rox, rapaz.

Dia desses uma dessas mocinhas fofinhas me evitou de forma inusitada, enquanto outra que vinha me evitando me chamou pra fazer alguma coisa. Sei lá, eu acho que essas menininhas fofinhas tem uns parafusos a menos, não é possível. Uma hora é uma coisa, na outra é outra. E tipo, juro que eu nem tentei dar em cima delas!
Ultimamente venho rascunhando algumas teorias sobre isso na minha mente conturbada. Parece-me que essas menininhas são um tipo de mulher que, por sua fofura, foram hiper-mimadas ou hiper-sacaneadas. Ainda não decidi qual dos dois se encaixa melhor.
Elas tem todos os distúrbios mentais normalmente apresentados em mulheres, mas maximizados. Imagino que seja uma forma de auto-defesa antes que um (novo?) ataque de fato aconteça. Uma prevenção exagerada contra... Bom, sei lá. Contra qualquer coisa.

Ou talvez elas sejam fofinhas e tenham exagerados todos os distúrbios mentais normalmente apresentados em mulheres simplesmente por ter uma dose maior de estrogênio. Isso faria muito mais sentido.

Talvez o meu encucamento seja com mulheres em geral, e não só com as pobres fofinhas. Mas sei lá, elas (as mulheres em geral) insistem em se ofender quando eu digo que são todas umas loucas desconexas, mas nunca apresentaram um argumento contrário bem-estruturado. Vai entender essas coisas.




Me digam uma coisa, por obséquio. A falta de imagens nos últimos posts perturba vocês? Acham que ficaria melhor com elas, ou nem faz diferença?
É que os posts tem sido postados tarde. A ideia inicial é colocar imagem em todos, mas no fim dá a maior folga.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

To find the stories that we sometimes need

Pronto, eu tenho um plano.
Sim sim. Eu, aquele muleque que nunca tem nada sob controle, tenho um plano.
Um plano de um ano, que vai revolucionar minha vida pra sempre e vai me permitir não ter que fazer planos por um bom tempo.
Mas pra dar certo dessa vez, eu preciso me concentrar. Vou ter que sacrificar um monte de coisa pra ir com isso até o fim, mas fazer o quê? Tudo tem seu preço.

Não, eu não vou deixar ninguém no suspense. O plano é passar em Oceanografia. O curso vai ser em algum litoral. Depois de formado, eu terei meu próprio barco e nenhum emprego fixo. Isso é que é vida.
E, olha que emocionante, quando chegar o fim do mundo em 2012, vou ser um dos primeiros a dançar. :D
Isso significa um ano de estudos quentes e abolição de várias atividades rox. Mas é isso, preciso de foco. Também significa ficar longe dos meus amigos e de grande parte de tudo o que eu conheço. Mas eu volto pra visitá-los, com certeza.

Não sei se tenho mais de um leitor nesse blog (oi Dok!) mas, em todo o caso, esse post vai ser grande. Espero que o meu leitor solitário tenha paciência pra ler tudo (ok Dok?).
É uma série de contos que eu escrevi nas férias, deixei salvo como Rascunho e esqueci de postar.


Esse é o conto que eu prometi em outro post. Aquele que eu li num livro de contos e achei muito legal. Ele chama

Tudo está bem quando acaba bem.
Era uma vez um casal. Eles eram bem velhinhos e moravam num vilarejo pobre, um pouco longe do mercado.
Eles não tinham muito dinheiro, e todo o seu sustento vinha de um cavalo magro e velho que eles utilizavam em sua pequena plantação ou emprestavam aos vizinhos em troca de alguns trocados.

Um dia, logo após o café-da-manhã, a velha disse:
- Meu velho, vá ao mercado vender esse cavalo. Ele está ficando velho e logo irá morrer e nos dar prejuízo.


O velho então concordou e prontamente saiu com o cavalo.
No caminho, ele viu um fazendeiro vindo do lado contrário com uma vaca.
"Se eu conseguir trocar este cavalo por aquela vaca, a velha com certeza vai ficar muito feliz. Nós teremos leite fresquinho toda manhã!", ele pensou.

- Com licença, rapaz. - Disse o velho. - Você não quer trocar essa sua vaca pelo meu cavalo?
- Ora, mas é claro! - Disse o fazendeiro, que sairia ganhando muito mais com o cavalo do que com a vaca.

Ia o velho caminhando feliz com a vaca pela estrada de terra quando deu de cara com um homem e sua ovelha. Ele pensou consigo mesmo:
"Ora, mas uma ovelha vai me valer muito mais que uma vaca! Vamos tosar sua lã regularmente e, quando o inverno chegar, eu e minha velha teremos roupas quentinhas para nos aquecer. Ela ficará muito feliz, com certeza!"

- Ei, meu jovem. - Ele disse. - Você gostaria de trocar essa ovelha pela minha vaca?
- Puxa, você tem certeza? - Disse o jovem.
- Mas é claro. Creio que eu e minha velha estaremos bem melhores com uma ovelha, ao invés de uma vaca.
- Ora, então está bem.

E eles trocaram.
Ia o velho chegando no mercado com sua ovelha, quando viu um homem passando com um belíssimo ganso na coleira.
"Ora, mas que ganso gordo e bonito!", pensou o velho. "Se eu levar esse ganso para casa, poderemos engordá-lo mais ainda e, ao fim do ano, teremos um maravilhoso ganso assado! A velha ficará exultante, com certeza!"

- Com licença, você gostaria de trocar esse ganso pela minha ovelha? - Perguntou o velho.
- É pra já! - Disse o homem sem pensar duas vezes, pois sairia ganhando muito mais com uma ovelha do que com um ganso.

Mal havia o velho trocado o ganso, quando viu uma galinha muito engraçada num poleiro do mercado. Ela cacarejava para os que passavam, mas não saia do lugar.

- Minha nossa, que galinha engraçada! Minha velha com certeza se divertiria muito com ela. Vendedor, você não gostaria de trocá-la pelo meu gordo ganso?
- Puxa, mas que barganha! É claro que sim!

Satisfeito, o velho ia voltando para casa com sua galinha. No meio do caminho, parou para descansar numa taverna no meio do caminho. Lá, haviam estrangeiros. Ricos franceses que conversavam alto numa mesa enquanto tilintavam sacos de moedas.
Um deles se enturmou com o velho e acabou sabendo sua historia.

- Minha nossa! Então quer dizer que você começou o dia com um cavalo e está voltando com uma galinha? A sua esposa com certeza vai ficar furiosa! - Disse o francês, com seu sotaque afetado.
- Mas é claro que não. A velha com certeza ficará muito feliz com a galinha. Ela é engraçada e bota ovos! Tudo ficará bem, você vai ver.

Duvidando, os franceses fizeram uma aposta com o velho. Eles trocariam a galinha por um saco de batatas velhas, e o velho voltaria com as batatas para casa. Se a velha ficasse revoltosa, os franceses iriam embora com a galinha. Se ela ficasse satisfeita, eles dariam ao velho o equivalente em ouro do peso das batatas, além de devolver sua galinha. Com a certeza de que ganharia, o velho aceitou a aposta.

Ia voltando ele com os franceses quando a velha avistou-os:
- Meu velho! Você já está de volta, que alegria! Chegou bem a tempo para o jantar.
- É muito bom estar de volta, minha velha.

E eles se abraçaram calorosamente.

- E o cavalo, o que fez com ele? - Ela perguntou.
- O cavalo eu troquei por uma vaca.
- Ora, que maravilha! Com uma vaca, teremos leite fresco todos os dias para nós e para venda! Puxa, que troca maravilhosa!
- Mas eu não fiquei com a vaca. A vaca eu troquei por uma ovelha.
- Puxa, mas isso também é maravilhoso! A ovelha, além de também dar leite, nos dará lã para mantêr-nos quentinhos durante o inverno. Meu velho tem sempre a razão! Ele pensa em tudo!
- Eu também não estou com a ovelha. Eu a troquei por um gordo ganso.
- Ah, mas você sabe que eu amo carne de ganso! Com o tempo poderemos deixá-lo ainda mais gordo, e eu farei um cozido caprichado para nós dois. Ah, mas que belezura!
- Mas o ganso eu também não tenho mais. Eu o troquei por uma galinha engraçada.
- Ah, é aquela galinha do mercado? Nossa, mas eu sempre me divirto tanto com ela. Será muito bom tê-la aqui conosco. Ela irá cacarejar para todos os passantes, além de nos dar ovos! Nós poderemos fazê-la chocá-lo e teremos mais galinhas, que poderemos fazer chocar mais ovos e em algum tempo teremos uma granja! Puxa, mas que ideia maravilhosa! O velho pensa em tudo.
- Mas a galinha eu dei a esse grupo de franceses. Em troca, eles me deram este saco de batatas velhas.
- Ah, mas que coincidência! Pois hoje mesmo eu ia cozir algumas batatas para o jantar, quando notei que não tínhamos o bastante. Eu fui pedir a Maria das Flores, aquela mesquinha filha do farmacêutico, e ela disse que não tinha o bastante nem para ela mesma. Agora ela vai ver! Com essas batatas, eu vou poder fazer o nosso jantar, e irão sobrar algumas para eu levar para ela amanhã. Ela com certeza vai ficar com a cara no chão, hahaha!

Espantado, um francês falou:
- Mas o seu marido saiu de casa prometendo vender o cavalo e voltou com um saco de batatas velhas! Você ainda está satisfeita mesmo assim?
- Ah, minha criança. - Disse a velha. - Você não entendeu? O velho tem sempre a razão! Além disso, tudo está bem quando acaba bem.

Espantados, os franceses lhes devolveram a galinha, além de dár-lhes um saco de ouro com o peso das batatas. E partiram com os bolsos um pouco mais vazios, mas com uma lição e tanto para o resto da vida. Tudo está bem quando acaba bem.




É mais ou menos assim.



Um ser que prezava a transformação, a instabilidade, a liberdade de ser o que quiser quando quiser.
Num estralar de dedos, era um músico famoso internacionalmente. Num outro, era só uma estátua esquecida em meio a uma praça silenciosa.
Quando estava muito sentimental, era uma mulher. Quando queria recuperar a razão, era um homem.
Tomado por sede de diversão, o ser era um deus, dono de tudo. Tomado pela curiosidade, ele era tudo, um pouco de cada.
Ele era a menininha bebendo suco na esquina. Ele era um suco. Ele era uma esquina. Ele era um verbo. Beber.
O ser era o que quisesse, quando quisesse. Ele achava que era perfeito. Superestimava ao extremo suas infinitas capacidades.

Mas ele jamais seria estável. Jamais seria confiável.


Ontem eu vi uma pessoa interessante no shopping. Era um homenzinho velho, bem vestido, de cabelos grisalhos e uma bengala. Estava estático, encarando o vazio. Ele me disse que seu sonho desde pequeno era andar em todos os meios de transporte existentes. Eu perguntei a ele se estava lutando para realizá-lo, e ele me mostrou uma lista eletrônica em seu palmtop.
A lista era enorme, e nela estavam todos os meios de transporte existentes na atualidade. Eu ia passando pelos itens riscados enquanto ele me contava várias historias.
Ele já havia cavalgado lhamas nas montanhas, camelos e dromedários no deserto, elefantes, bois, cavalos... Golfinhos.
O homem levou semanas treinando em um circo para aprender a pilotar um monociclo. Correu em bicicletas de um, dois, três, quatro, sete bancos. Pilotou motos, lambretas, carros antigos, carros novos, carros de fórmula um e até tanques militares.
Ele vôou em monomotores, planadores, asadeltas, helicópteros e jatos.
O velho havia gasto uma década de sua vida estudando e se preparando para ser aprovado numa missão espacial que o levou a uma viagem de foguete pelo espaço.
Eu não conseguia pensar em qualquer tipo de meio de transporte sem que ele tivesse uma historia sobre ele.

Até que cheguei ao fim da lista, onde havia um item ainda não riscado. Um único transporte que aquele homem fantástico jamais pisou. Então eu entendi porque ele estava ali parado. Ele não estava encarando o vazio coisa nenhuma, mas a escada rolante a nossa frente.

Eu o incentivei a ir em frente e tomar a iniciativa que completaria a sua vida, mas ele estava inseguro. O velho ponderava sobre os perigos de uma escada rolante. Ele dizia que não se deve confiar numa viagem curta só porque ela é curta. Ele contava sobre as terríveis historias de pessoas que perderam os pés, ou até metade do corpo, engolidas por escadas rolantes famintas.
Eu podia notar que o velho suava frio.


A escada estava logo ali, totalmente vazia, rolando como nunca. E o velho não avançava. Eu dizia que seria simples. Tudo o que ele devia fazer era se manter no meio da escada e lembrar de dar um passo quando chegar ao final. Ele tremia, balbuciava frases sem muita coesão.

Então eu percebi. Não é da escada que o velho tinha medo. Ele tinha medo de completar a lista. Medo de não ter nada depois disso. Percebi que era um pavor totalmente plausível, esse que ele tinha. Era medo de perder o propósito.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Ele é grandão, ele é gostoso!





É isso aí, galera! Está de volta o momento pelo qual cada um de vocês veio ao mundo! O evento lendário que só dá sua graça duas vezes por ano! O SUPER, O BLASTER, O DRAGON,
MILK SHAAAAaaAAAAaaAAaAAaAAaaAAKE A LA GAM!!!!!!!!!!!!!!11111!!!!!!!!!1!!!@!2!@21!!!1!!!!!!1!!!!
one!!1!onebyone!!11!11!!11!!11umuno!!1!unod
ostres!11!!unoarticuno!!1!!1!!one!!1!eleven!!1!

A história eu já contei várias vezes pra várias pessoas, então vou me poupar de contá-la de novo. Começou como uma coisa casual entre amigos, e hoje já é um evento NACIONAL com convidados do BRASIL INTEIRO (Pirado) que comparecem só para provar desta maravilhosa iguaria preparada pelos nossos três EXÍMIOS cozinheiros! Cozinheiros esses que não revelam a receita secreta para absolutamente ninguém!


Está sendo finalmente estabelecida a data do próximo Milk Shake comunitário, e dessa vez quem escolhe é você! Eu coloquei ali ao lado uma enquete com várias datas para realizarmos o Milk Shake, todas a partir de semana que vem. Estou mandando o link desse post para todos votarem e chegarmos a um consenso. Depois é só me cobrar ou vir ver aqui pra saber qual foi a data escolhida!

SE VOCÊ NÃO RECEBEU O LINK DIRETAMENTE DA MINHA PESSOA MAS FICOU SABENDO DO MILK SHAKE, COMPAREÇA TAMBÉM! VOCÊ É UM CARA DE SORTE! SIM SIM SIM


O milk shake é grátis, mas pede-se que traga alguma quantia em dinheiro para ajudar-nos a comprar ingredientes extras pro caso do que eu tiver em casa não der pra todo mundo.
Aqui tem PS2, mas quem quiser trazer um video-game, fique a vontade. :D

TRATAR COMIGO SE NÃO SOUBER O ENDEREÇO
VAMO QUE VAMO

sábado, 5 de dezembro de 2009

Vida louca, vida... Vida imensa~

48 horas seguidas de pura farra. Festa, festa, festa, sonambulismo, historias de terror, futebol, peça... Eu não poderia ter imaginado um jeito melhor de me despedir da galera toda. Aliás, foi tudo tão divertido que muitas vezes eu nem lembrava que boa parte deles eu nunca mais veria na vida.

Fica aí aquele beijo pra galera do terceiro que foi o mais paneleiro mas o mais unido, pra galera do segundo que me adotou, pra galera do primeiro que eu adotei, pra galera precoce do ginásio, pra mulecada do Pokemon do primário, pra galera zumbi da manhã, pros refinados do Cambodja, pros alta classe do Alpha e pros pinguço do PqP.

E claro, aquele beijo pros truta da panela.
Uma foto estilosa vale por mil palavras. Não tão todos aí, mas você quase pode vê-los nas sombras.



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Meu caro amigo, me perdoe por favor se eu não lhe faço uma visita...

Mas como agora apareceu um portador, mando notícias nessa fita.

Agora que a minha unidade escolar só tá tendo aulas de manhã, me refugiei no único porto seguro que ainda tem aulas a tarde. Cambodjão.
Puta lugar agradável esse Cambodja, viu. A galera de lá é um tanto quanto parada demais, mas o lugar é incrível.
A escola é pequena... Nem cantina tem. Na hora dos intervalos os alunos dispersam-se pelas ruas do centro por uma série de lanchonetes e padarias de música e ambiente agradáveis que ficam nas redondezas. Uma em especial, logo ao lado, onde os mulecote sentam pra jogar poker, é muito jóia.
Tudo muito rox, tudo muito dez. Não fosse pelo vestibular e o fato de se tratar de uma escola, eu me sentiria plenamente a vontade.

Aqui na terra tão jogando futebol. Tem muito samba, muito choro e rock'n roll...
Nuns dias chove, noutros dias bate sol..
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta.


Hoje eu "conheci" a Bárbara, uma moça muito esquisita do Cambodja.
Perceba a esquisitice.
Ela não é gostosa, apenas. Ela é gostosa e bela pra caralho. É um pedido pessoal de perdão de Deus por todas as suas cagadas.
Ela não é só inteligente, não. Ela tá sempre enfiada com a cara em algum caderno. Ela tá sempre em primeiro nas classificações de simulados e porvas.
E não acaba por aí. Dizem as fofocas que ela também é muito gente boa.
Diante de tal exemplar de ser humano, eu não podia ficar quieto. Estava eu passando pelo corredor quando vi ela lá, sentada estudando. Tive que dar os parabéns a ela.
Sim, eu parabenizei uma pessoa por ela existir.

Imagino eu com meus botões que essa menina tenha algum defeito. Um defeito simplesmente colossal, pra compensar tudo isso. Espero jamais descobrí-lo.

Muita mutreta pra levar a situação
que a gente vai levando de teimoso, de pirraça
Que a gente vai tomando, que também sem a cachaça ninguém segura esse rojão.

Mas, seja lá quem for você, caríssimo leitor, contenha suas fofocas. Não tá rolando nada entre eu e a dita cuja. Aliás, nós mal nos conhecemos.
Não sei se passei na segunda fase da Unicamp, mas já estou me flagelando por não estar estudando feito um porco.
Caramba, não só por causa do meu futuro profissional. Se eu quero tanto mudar meu ritmo de vida, eu deveria estar me empenhando mais pra entrar naquela desgraça.
Sei lá.

Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta.

Bom, pelo menos no Cambodja o clima de vestibular é maior. Aquelas pessoas normais que estudam e não matam aula comigo pra jogar Magic provavelmente serão uma boa influência na dita reta final.

...Que também sem um carinho ninguém segura esse rojão.

Meu caro amigo, eu bem queria lhe escrever mas o correio andou arisco.
Se me permitem, vou tentar lhe remeter notícias frescas nesse disco.
Aqui na terra tão jogando futebol.
Tem muito samba, muito choro e rock'n' roll.
Uns dias chove, noutros dias bate sol.
Mas o que eu quero é lhe dizer que a coisa aqui tá preta.
A Marieta manda um beijo para os seus.
Um beijo na família, na Cecília e nas crianças...
O Francis aproveita pra também mandar lembranças a todo o pessoal.
Adeus
Más notícias não andam sozinhas.
Hoje de manhã morreu um amigo meu, de São Paulo. Ele era um policial. Meio porra loca e pá, mas eu gostava dele. Uma pena mesmo.
Três tiros.

Lembro de quando ele ficou todo bobo mostrando o filho recém-nascido pela webcam. Aquele cigarro na boca e aquela cara fechada com um bebê meio sonolento nas mãos.
Era um cara que definitivamente não prestava, isso eu posso garantir, mas mesmo assim faz falta.
O muleque vai crescer e eu, um nerd qualquer em algum canto do interior, conheci o pai dele melhor que ele mesmo.
Chato pensar nessas coisas... Mas é assim que é, né.





segunda-feira, 21 de setembro de 2009

E a vida o que é, diga lá meu irmão!

Tem coisa que desgasta. O gosto pela FanMix, aquele evento otaku cheio de otakice e otakinhos, era enorme. Desgastou. Agora é só um lugar onde tarados podem hipocritamente convidar menininhas kawaiis a sentar em seus colos e onde elas hipocritamente aceitarão sob um pretexto de fofura, chegando a um ponto que eles começam a acreditar nas próprias mentiras e perdem chances de realizar o real intento de quando foram praquele evento, sexo. Isso e um monte de gente colorida de cabelo esquisito que no meu tempo seriam preconceituosamente apedrejados e hoje são a maioria. Ah, os tempos mudam. A FanMix desgastou.
E o medo de cruzar com o par de olhos de ódio? Sinto que quanto mais eu adio isso, pior vai ser quando acontecer. Ou talvez ódio também desgaste. Ora, pessoas desgastam.

Mupy desgasta. Antes eu bebia porque era o maravilhoso néctar dos deuses. Hoje eu bebo porque... Bom, porque é bom pra caralho. Ok, mupy não desgasta. Tanto que fiz questão de estocar bastante.

E essas conclusões não foram só minhas. São parte de um consenso geral que conversávamos sobre. Aliás, conversar com os léks não desgasta. São conversas sempre interessantes. Comentário a parte, Time Splitters também é um jogo que não desgasta...

O que mais desgasta sou eu. Caramba, eu tenho que passar no vestibular esse ano. Mudar de vida o quanto antes.

domingo, 12 de julho de 2009

"Caras... Temos um problema."

NOSSAEUTENHOTANTACOISAPRAESCREVERRAPAZ!

Lendo meus posts mais recentes eu reparei em como o blog tá desatualizado. Sabe, você fica um tempão sem postar e dá aquela básica desculpa pra si mesmo... "Ah, não tem nada de novo na minha vida mesmo."
E PIMBA, tem um monte de coisa nova.


Lembra que eu tava namorando? Então! Ela me largou. Não uma, nem duas, mas três vezes!
Não que eu ainda tenha algum problema com isso (bom, já fazem semanas e semanas) ou vá ficar falando das minhas irrealizações pessoais pros leitores como se elas realmente fossem de alguma importância. Eu sei que o que vocês querem é ler contos mirabolantes sobre gente excêntrica numa cidade excêntrica com tramas excêntricas.
Se você tá com pressa, pula lá na tag do Super World que finalmente tem um capítulo novo. =D
Ah, e depois aproveita e responde a enquete pra mim saber qual é o personagem mais amado! Lembrando que vale votar em mais de um!


Agora, se o que você quer é fofoca, vamos falar das minhas irrealizações pessoais. Yey!
Acho que todo mundo já me perguntou e eu já respondi, mas se ainda restar alguém com a semente da dúvida sobre o motivo do nosso término, explicarei.
Afinal, não é como se tivesse algum podre ou segredo sórdido no meio, né...
Sim, ela é louca! Mas não, não foi por isso que ela me largou. Seria egocentrismo demais da minha parte concordar com isso, certo?
Ela me largou alegando estar sob constante pressão psicológica. Cá entre nós, eu tenho certeza absoluta que é isso mesmo.
Tipo, puta que pariu, eu sou grudento demais. No lugar dela eu também me largaria. É claro que ela inventou um monte de história sem pé nem cabeça pra usar como pretexto na hora, mas é justificável.
O que me revolta é essa sensação de culpa. Saca? É uma coisa que dependeu inteiramente de mim e eu fiz cagada. E agora não tem mais volta.
Todo mundo merece uma segunda chance. Mas repare que nesse caso seria... a quarta.
É, eu percebi a merda tarde demais u_u
ACONTECE, BOLA PRA FRENTE, VAMO LÁ.

Mika, se você estiver lendo (lol, eu sei que tá), me procure de novo daqui a uns anos, depois do pandemônio Maia, que a gente vê se dá certo o/

Agora chega de falar de mulher.

Bom, como disse... absolutamente ninguém, "nem tudo é merda".
Essa vida de solteiro me jogou diretamente de volta para a minha confortável e inerte sina de nerd madrugueiro (Olha, eu tô postando as 5 da manhã e tô ligadão!) e, de quebra, o ócio absoluto tem fatalmente me empurrado em direção aos meus bons amigos.
AH, QUE FOFO.




Acreditas em karma?
Então! De uma hora pra outra um ninja faixa preta arranjou rivalidade comigo. Quando eu aparecer dilacerado com uma shuriken na testa, já sabem o que aconteceu 8D
E EU NÂO FIZ NADA D:
Anyway, isso entra para a lista de fatos interessantes para contar na posteridade.


Meu aniversário foi dia desses! (23 de mês passado)
E AQUELES TCHUTCHUCOS FIZERAM UMA SURPRESA PRA MIM DE NOVO! S2
Me jogaram contra a parede no meio do intervalo com um (fantástico, estupendo, maravilhoso) bolo de chocolate caseiro e uma garrafa de coca-cola *0*



Puta, suco de uva concentrado é do caralho. É o tipo de coisa que me deixa sem escovar o dente só pra continuar com o gosto na boca. :~


Ultimamente eu tenho ido ajudar a instituição que a minha mãe trabalha numas festas que eles organizam/participam pra arrecadar uma grana. Na hora é tudo pau pa toda obra. Ocupa-se o serviço que estiver precisando na hora, desde varredor a balconista ou homem da chapa (super legal, admita!). Me sinto útil, me divirto e, de quebra, estou ajudando os necessitados (eles trabalham com deficientes mentais). 8D~

Numa delas o Cox foi junto, né. A gente tava cuidando da Boca do Palhaço (até a chuva começar) e um dos maiores prêmios era esse livro que eu insisti em recomendar a ele, mas ele não quis nem abrir.




Deixa eu ver se tem mais alguma coisa legal aqui...
AH, olha! Ensinei minha cachorra a lutar com espadas 8D




Nossa, as fotos ficaram enormes, né? E eu coloquei pra dar upload como imagem pequena...
Bom, é bom que dá pra ver melhor, certo? 8D
Dá até pra reparar que o Cox tá usando camisa de pagodeiro, ó!

AKSJDHASKJD sumemo.
Como eu prometi (e vocês acharam que eu tava mentindo), nas férias estou retomando SW!
Boa noite. Acordem bem :*

sábado, 27 de dezembro de 2008

You got to MOVE IT

O último post deu muito certo, eu realmente consegui esclarecer melhor minha visão das coisas e evitar conclusões erradas.

Tá certo que eu fui impiedosamente acusado de capitalista, mas disso tratarei depois.
Não que eu não seja capitalista, hohoho. Adoro o capitalismo. Eu só quero entender qual o sentido dessa descabida acusação...

O Jean, apesar de todo o perigo que apresenta, tocou num assunto interessante nos últimos comentários. Ele disse que não existe inferno. Disse também que existe vida em vários outros planetas, mas se ele ta falando de micróbios eu realmente não me interesso.
Poissim, isso me fez lembrar de um fato extremamente bacana que eu li em algum lugar.

Lúcifer é o nome bíblico do diabo

Errado. Pra começar, “Lúcifer” jamais apareceu nos pergaminhos originais que o Concílio de Nicéia transformou na bíblia atual; a palavra apareceu pela primeira vez na Vulgata, a bíblia em língua latina. Lúcifer é a tradução em latim pro termo que significa simplesmente “o que trás a luz”. Esse termo é usado apenas duas vezes na bíblia - pra descrever o rei da Babilônia, e - PASMEM! - se referindo a Jesus, no livro de II Pedro.

Yep, isso mesmo - o apóstolo Paulo (autor da epístola a Pedro) usou o termo “Lúcifer” pra se referir a Jesus. Aposto que seus amigos evangélicos não sabiam disso.

(O texto, caso estejam curiosos, é II Pedro 1:19)

O nome se tornou associado à figura do inimigo divino graças a interpretação católica de que o texto em Isaías 14 (o profeta se dirigia ao rei babilônico, alertando-o que sua soberba e aspiração por suposta divinidade o faria pagar muito caro em breve) era uma alegoria sobre um anjo que se rebelou contra Deus e caiu do céu.

Entretanto, a tal história do anjo revoltado não aparece em lugar ALGUM na bíblia. O texto se referia claramente ao tal rei. Chocante, né?

O fato de que o termo foi utilizado na bíblia apenas pra se referir a um rei e, mais tarde, a Jesus, leva muitos teólogos a acreditar que a figura do diabo tal qual conhecemos foi criada pela Igreja Católica pra tornar seu credo mais similar a outras religiões, em que o foco não é na salvação humana, e sim na eterna luta do bem contra o mal.

De repente o Padre Quevedo (e sua icônica insistência na não-existência de Satanás) não parece mais tão estranho.

As outras aparições do diabo na bíblia são igualmente vagas. A serpente do Éden nunca é identificada como Satanás, apenas como uma serpente com pernas. O mesmo vale pro personagem que debateu com Deus a respeito da virtude de Jó. O termo usado no texto original pra descrever o sujeito foi “andarilho”.

A mitologia judaica que forma o Antigo Testamento, por mais que os cristãos tentem negar, mostra indícios de influência de outras fés politeístas. No Gênesis, por exemplo, Deus diz “criemos o homem à NOSSA imagem e semelhança”. Como assim, “nossa”?

Cristãos tentarão te confundir dizendo que Deus estava conversando consigo mesmo, ou com Jesus. Acontece que o termo usado no original foi Elohim, que dá a idéia de um panteão de várias divindades. Isso pra não mencionar que Gênesis foi escrito por Moisés, um judeu, e ele obviamente não acreditava na figura de Jesus.

E pra cimentar ainda mais essa noção, o primeiro - e presumivelmente mais importante mandamento - dá ainda mais indícios disso. Nele, Jeová instrui os israelitas a não adorarem “outros deuses”. Mas como assim, outros deuses? Ele não é o único que existe…?

Ou seja - é bem provável que os autores dos mitos cristãos acreditavam em várias divindades. As várias figuras perversas que aparecem ao longo da bíblia seriam múltiplos deuses maléficos, o que explica por que eles eram referidos por nomes diferentes.


O quote é deste blog: Hoje é um Bom Dia

Eu não quero começar nenhuma guerra inter-clãs aqui. Não importa a sua religião, você há de admitir que a Igreja foi uma grandíssima filha da égua nesse período e só por isso tem tanta influência hoje em dia.

Mas convenhamos, nós não precisamos de tantas discussões e tal e coisa a respeito da Vida, o Universo e Tudo Mais.
Digo, todo mundo sabe qual é a resposta pra isso.


A minha família é bem grande, sabe?
Só o pedaço que eu já conheci preenche o Brasil de norte a sul. Nas férias passadas, conheci uma enorme parcela que eu nunca tinha visto antes, numa cidade dominada por duendes. Quem lembra disso?
Quem não lembra (ou nem viu), vale a pena ler o post. Conta uma descoberta interessante que eu fiz naquele dia. Ah, e sobre a figurinha do Guillermo Franco... Ele tá colado no meu baixo agora! =D

Pois é, hoje a tia-avó Sebastiana morreu... Da única vez que eu vi ela (na tal cidade dos duendes), a coitada já tava sofrendo de Alzheimer e tal e coisa.
Esse post não vai tratar da morte dela, até porque até hoje eu nunca fui muito afetado pela morte de ninguém. Verdade que ninguém muito próximo de mim morreu, mas tem também outro fator: Meu modo esquisito de ver as coisas. O que remete a uma visão que, por hora, eu não vou explicar. Pois seriam muitos posts polêmicos em seguida, e isso aqui não é o Congresso Nacional.

É que no funeral da tia eu fiz um amigo, o Fumaça. Pra muitos (todos?) ele era só um bêbado (ou, como diria meu pai, “bebunzim”) jogado por aí. Bom, ele era mesmo um bêbado jogado por aí, mas também era um cara legal. Minha natureza de me interessar por toda e qualquer pessoa obviamente fez de mim um moleque sociável, por isso me dou bem com muita gente.
Antes que me desse conta, já fiquei sabendo de um resumo da vida do Fumaça.
Ele era formado em Educação Física e até dava aulas como professor. Sabem por que parou? Porque um aluno mandou ele tomar no cú.
Disse que imediatamente após isso ele foi até a sala da diretora e pediu demissão.
Sei lá, essa história não me convenceu muito... Palpito que isso foi por uma série de fatores e esse só a gota d’água, mas quem sou eu pra contestar as palavras de um bêbado?

Disse que ele agora trabalha com Construção Civil. Veja bem, de professor a pedreiro por causa de um insulto.
Ah, não só isso! Agora ele bebe até as tripas encharcarem.
Mas é um homem direito. Durante a nossa conversa ele não soltou sequer um palavrão.

Aliás, hoje é aniversário do Júnior, filho mais velho dele. Eu desejaria um feliz aniversário, mas não acho que vá ser assim tão feliz com o pai bebum do outro lado da cidade.

Poissim, provando a mim mesmo que não estou lá tão enferrujado, de ontem pra hoje li um livro de quatrocentas páginas. Chama “Não Verás País Nenhum”.

Foi escrito em 1970, e falava sobre um futuro esquisito para o Brasil. A estória em si se passa em 2003, e a nação é uma gigantesca e cruel ditadura. A camada de ozônio mal existe, fauna e flora são lendas e a comida (produzida em laboratórios), contém calmantes para manter a população down.
Honestamente, é fantástico em todos os sentidos. Dá no que pensar.
O grande problema é o fim. Mas eu não vou contar mais nada, claro.

Sabe, eu desenho uma história em quadrinhos e tirinhas on-line. Já fiz um joguinho retardado e sua continuação. Comecei a jogar tênis e tocar baixo, além de praticar ninjutsu. Me dou muitíssimo bem com o teatro e coisa e tal.
Repare que eu já me meti em vários projetos. E o pior, gostei de todos eles.
Agora me deu vontade de escrever uma história. Eu já escrevi uma, né... Era uma curtinha em que os personagens eram figurões de um fórum que participo. Até que ficou boa, me fez ganhar um concurso do mesmo fórum. Aí acho que sou capaz de uma mais legal.
Depois eu posto aqui e vocês me dizem o que acham, demorou?

No mais, espero que vocês tenham tido um feliz natal, porque o meu foi ótimo!
E cuidem para que o ano novo seja melhor ainda, porque o meu provavelmente vai ser. 8D


E olha que legal, um mês de namoro... Quem diria?

Ah, e quanto a esse filme...
Absurdamente demais.

Desculpem, não tenho tempo pra fazer um comentário maior. Aqui na casa do Folx temos toque de recolher, sabem como é.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Até lá, vou continuar acreditando nos homens.

Gente, o meu post dos mamutes não era pra ofender ninguém!
Eu já acreditei em Deus. Eu já li a Bíblia de cabo a rabo.
Eu parei de acreditar quando descobri a Ciência, mais ou menos na sexta série. Fato é que a minha mente adora a lógica e não se apega a nada que não faça nem o menor sentido.
Quando eu vejo algo inexplicável, eu realmente adoro.

O post anterior foi um barato porque eu achava mesmo que minha visão de mundo era óbvia o bastante pra pelo menos alguém concordar comigo. Mas aí vi que literalmente ninguém concorda. Cada um tem a sua própria visão de mundo e Deus, e eu acho isso fantástico.

Eu queria deixar claro que eu não falo minha visão de mundo pra tentar convencer ninguém, mas sim porque quero descobrir como é a visão dos outros. Aliás, eu adoraria que um dia alguém me convencesse de que Deus existe.

O post anterior rendeu boas conversas. Descobri que um amigo é mais religioso do que eu imaginava e tive um papo esclarecedor com uma amiga sobre o que eu acredito.
Peço que os mais fanáticos não leiam esse texto. É sério!
É um histórico de um pedaço desse papo esclarecedor, mas em momento algum tem falas ou o nome dela.
Lembrando que eu não quero convencer ninguém disso. É só o que eu acho. Lembrando também que eu adoro saber como funciona a mente dos outros, então não tenham medo de falar sobre isso comigo!

Sabe o que eu queria que acontecesse?
Eu queria estar andando na rua, sabe... Aí do nada aparecia Deus, Jesus ou um anjo.
E eu queria que ele aparecesse fazendo uma coisa bem inacreditável, pra mim não achar que é só um babaca de cosplay.
Tipo voando
Ou brilhando
Ou fazendo piruetas no espaço-tempo
E dissesse na minha cara "Eu existo"
Talvez "Você vai pro inferno, lazarento". Mas mesmo assim eu já ficaria satisfeito.

Bom, seria real o bastante pra mim.
Como vê, eu só acredito em contos-de-fadas quando eles tão na minha frente.
É...

Até lá, vou continuar acreditando nos homens.
Eles existem. Fazem coisas extraordinárias sem ajuda de ninguém.
Eu gosto deles.
São meio tontos as vezes, mas mesmo assim gosto.
Por incrível que pareça, quase tudo com o que eu convivo foi criado por homens.
Ou no mínimo foram eles que me explicaram pra que serve.
E é tudo incrivelmente palpável.
Tipo, por isso não preciso acreditar em Deus nem nada.

Não tem fé em pessoas que matam pessoas?
Ora, Deus mata pessoas também.
Diz na Bíblia que Deus matou mais de duas mil pessoas porque elas viram a cara dele.
Família do Moisés, sabe?
Mas essa parte da história não é contada nos filmes...
Os homens tem falhas, claro. Mas acho que isso torna eles ainda mais divertidos.
Digo, cada um deles tem uma vida tanto ou mais complexa quanto a minha.
Dois homens valem mais que eu, e isso em si já é fantástico!
Cansou do assunto?
Ora, eu fiquei a noite inteira ouvindo o que você acha sobre Deus, e eu nunca vi um!
Aposto que você já viu um homem.


Você já amou alguém?
Claro que já, você tava falando sobre amor.
Aposto que foi um homem.
Ou sua mãe, serve também.
Seja lá quem for, devia ser legal... E devia fazer coisas pra deixar você feliz.
Mesmo que ele dissesse que foi outra pessoa ou Deus, que seja.


Não falar sobre amor!?
Tá bom, amizade.
Você tem amigos, lógico.
Dá pra ver um na sua foto ali do lado
Aposto que você gosta dele.
E aposto que ele não precisou falar sobre Deus nenhuma vez pra te fazer rir.
Pode ter falado, claro. Ele tem tanto direito quanto você de acreditar nisso.
Mas ele não precisa dizer isso, assuma.
Pois então.
Deus nunca me fez tão bem quanto minha família e amigos.

Todos me abandonarem? Isso nunca me aconteceu
Sério?
Tá, você ainda não tinha me conhecido.
Quando todo mundo te abandonar, fala comigo antes de virar freira.
Eu prometo que não vou te abandonar assim
Prometo.
Mas você vai ter que aturar o fato de eu não acreditar em Deus.

domingo, 30 de novembro de 2008

Because he's loving all the ladies but the ladies don't love him at all.

Gente, a pergunta final do último post foi só pra saber o ponto-de-vista de vocês sobre o fato. Eu me dou muitíssimo bem com o meu pai e aquele evento foi absolutamente comum e inofensivo! x)


Deixando aqui os merecidos créditos ao autor desta magnífica obra, Marmota.
Parabéns, essa é uma das melhores cartas (Y)


Agora, vamos falar sobre o Cox. Grande cara, esse Cox. É verdade, ele não te deixa na mão e nunca abusa da boa vontade de ninguém. A não ser que você seja uma menina japonesa no ginásio e solteira. Nesse caso, te aconselho a manter distância. Uma distância bem grande. Bem, bem grande. CORRA. E mantenha-se longe dos mercados também! É o habitát preferido dessa fera insaciável! Bom, continuemos...

Indo contra o que eu falei em outro comentário por aí, acabei fazendo mais um post sobre uma pessoa. Dessa vez é um amigo que todos nós, sem excessão (nem mesmo as meninas, nem mesmo os pais, nem mesmo a ingrata natureza), adoramos zoar. Não me responsabilizo pela veracidade de nenhuma das sacanagens tratadas aqui. Se você é do tipo de pessoa que gosta de levar tudo o que lhe for conveniente ao pé da letra só pra depois esfregar na cara de alguém com palavras do tipo "AAAH, VOCÊ É BOBO. TÁ NO BLOG DO GAM, RSRSRSRSRS. EU LI TUDO, AGORA VOU TE ZOAR PRO RESTO DA VIDA!"... Bom, se você é desse tipo de pessoa, por favor faça isso na minha frente. E me arranje uma câmera, também.

Para os que sacaram a piada da ingrata natureza e estão agora se perguntando o que diabos ela fez com o pobre Cox, eu vos digo. Ele não só nasceu com um peito faltando, um nariz compensando isso e uma arcada dentária avantajada, como é incrivelmente magrelo e de voz esganiçada.
Fosse só por isso, o Cox poderia na pior das hipóteses levar uma vida perfeitamente tranqüila como "amigão auto-depreciativo com cara de bobo que gosta de beber". Mas aí entra o grande problema... O Cox é um cara sério! Tá, eu não usaria a palavra sério. É um metaleiro rabugento. Sem contar que ele não agüenta meio copo de bebida...
Graças aos céus, é um homem cheio de esportiva pra agüentar as nossas sacanagens. Mas, por outro lado, fica esperando a mais ínfima e oculta possibilidade de te zoar de volta.

"Ah, só isso? Eu esperava um post sobre um cara extremamente excêntrico ou, no mínimo, com um maior potencial destrutivo". Não, rapaz, não é só isso! Talvez o elemento em questão realmente não tenha um grande potencial destrutivo, mas eu vou te mostrar o quanto alguém pode ser excêntrico.

Nós também zoamos o Cox pelo seu gosto deveras original por... Tudo. O Cox gosta de meninas mais novas, literatura estrangeira e música de baixo calão.
Tá, deixa eu tentar me expressar melhor... O Cox gosta de meninas abaixo de 12 centímetros anos, mangás yaoi (gays, literalmente falando) e Jonas Brother's Band.

Não satisfeito? Além de assistir Gossip Girl (que, apesar de tosco, não é grande coisa para se zoar alguém) ele há pouco tempo revelou que também assiste Brazil's Next Top Model.
Não que eu tenha algo contra um reality show nada original extremamente fútil com o propósito de encontrar mulheres que se assemelhem ao máximo com um poste e que consigam se mover apenas pela força do pensamento, desafiando todas as leis da física que impediriam alguém composto só de ossos secos a ficar de pé. Na verdade, o problema está em um machão com pose de metaleiro assistir essa desgraça.

Essa semana minha mãe viajou. Como meu pai trabalha de Segunda a Sexta e só está em casa a noite, não teríamos (eu e minha irmã) ninguém para nos levar para a escola. Por isso, procuramos alojamento por aí.
Pois é, eu fui pra casa do Cox. Com isso toquei em seu maravilhoso e brilhante baixo novo, joguei video-game com o irmãozinho dele e juntei material o bastante pra zoar legal. Mas Cox, não leve nada disso a mal. Brigadão pela estadia!

Eis que um dia estávamos eu, Joseph (o maringuense), Amorim (meio boliviano, meio japonês)(qualquer dia tratemos dele aqui) e Cox andando na rua. Passávamos despreocupadamente em frente a escolinha primária Tom & Jerry quando Cox, em sua ingenuidade e completa desatenção quanto a sua posição de "pedófilo da turma", aponta para dentro dos portões da escola e berra, indo contra todos os padrões da ética, bom senso e discrição:
- NOSSA, OLHA QUE GOSTOSA AQUELA MENINA SENTADA ALI.
Isso me lembrou imediatamente de uma outra ocasião, cujo relato se encontra em itálico no fim deste mesmo post. Mas agora, retomemos a narração...
Será que existe alguém em sã consciência nesse mundo que não seja o Dalai Lama e que não zoaria um rapaz que se coloca nessa situação? Me diz, existe!?
E foi assim, zoando o Cox, que terminamos nossa jornada até a casa do Amorim.


Já tínhamos chegado e estávamos lá estudando matemática com uma lista apelativa e progressivamente indecente. Nisso o Cox diz:
- Vamo pro próximo exercício então.
E o Amorim (perceba agora que o Amorim se trata de uma daquelas pessoas divertidas que parece estar alta em 100% do tempo):
- Let's go to the next, then! The next exercise. The brazil's next top model.
Vamos ignorar o fato de esse texto não ter feito o menor sentido sob vários aspectos e nos focar na próxima parte do diálogo, quando o Cox ingenuamente disse "Eu assisto". Podemos? Ok, vamo lá.
É aí que o Cox diz, ingenuamente:
- Eu assisto.

É óbvio que ele gastou os próximos cinco minutos tentando negar vêemente essa declaração, mas já era tarde. Oh Cox, você se incrimina.

E então, enquanto eu lia um livro super agradável (sim, em breve faço um post sobre ele...), o Amorim contatava o Habbibs (bom observar o curioso fato de que para isso ele teclou Redial)
e Joseph tentava ouvir uma agradável espécie de rock em seu celular, que Cox nos assusta todos com sua banda do momento: .............
Essa é a hora em que eu diria o nome da banda. Mas por se tratar de um nome coreano escrito com aquela escrita coreana (kanji?), nós nunca saberemos qual é. Tratemos por ............., ok?

Pois é, ele colocou ............. pra tocar. E como o celular dele era mais alto que o do Joseph, acabamos tendo que ouvir .............. E nossa, ............. é MUITO enjoado. Imagine os Back Street Boys. Ok, imaginou? Agora, tente lembrar da Angélica e todas aquelas pessoas totalmente randomicas e esquisitas que ela chamava diariamente. Calma, não perca os Back Street Boys de vista! Conseguiu lembrar mais ou menos o tipo de gente minimamente estranha que a menina chamava pro seu show diário? Pois é, some aos Back Street Boys (ainda tá com eles aí?) esse nível de excentricidade. Agora puxe um pouco os olhos deles, coloque alguns dos membros sob bronzeamento artificial e chute para o outro canto do mundo.
Agora estufe o peito, vá adiante e imagine um clipe! Lembrando que os métodos de filmagem e concepção de arte do outro lado do mundo são ligeiramente deturpados em relação ao americano (que seria o que estamos acostumados). É isso. Isso é .............. É isso que o Cox ouve. É isso que ele coloca pra tocar em alto e bom som. Uma freaking korean boy band.

Sabiamente, alguém (cujo quem não lembrarei agora) comentou:
- Isso lembra Jonas Brother's Band.

E ficou por isso mesmo. Não sei se o Cox ouve Jonas Brother's Band, eu admito. Mas não deixa de ser perturbador.


Não satisfeito, colega? Tudo bem, tudo bem, tem mais. O legal sobre o Cox é que ele é um grande baú de zueira saudável. Aproveitando o tópico, tomarei a liberdade de contar uma história já antiga, mas sempre nova em nossas memórias. Vou terminar o post com ela, deixando claro o quão legal é zoar o Cox.
Mas não quero que ninguém pense mal desse meu amigo. Só por aturar esse monte de zoeira pra cima dele, percebe-se o quão gente boa o cara é.
Tudo bem, vamo lá...

Flashback effect.


Vuosh

Era o início da moda emo. O prazer de chorar por besteira, as calças xadrez e o sonho de um bando de muleques fedorentos tocando música no seu próprio telhado tinham acabado de se espalhar pelas mentes de várias meninas sentimentais ou com um mínimo senso de moda e de vários meninos com um único e sincero propósito de se aproveitar dessas meninas.

Movida simplesmente por essas besteiras da mídia, uma menina devidamente vestida com o seu All Star, sua própria calça xadrez, sua blusa milimetricamente excêntrica e suas meias berrantes estava sentada na entrada do cinema. Ela abraçava os próprios joelhos numa posição deprimente e quase penosa enquanto provavelmente pensava se valeria a pena borrar a sua maquiagem ou não ouvindo uma daquelas infinitas bandas ascendentes de nome esquisito e qualidade inaproveitável. Resumindo, tinha uma emo lá sentada no chão.

O Cox ainda tinha o cabelo até o ombro, uma blusa pesada e preta de uma banda qualquer por cima de outra blusa igualmente pesada de outra totalmente diferente, apesar do calor insuportável que devia fazer lá dentro (dentro daquelas blusas). Sua calça jeans com correntinhas penduradas, seu All Star preto e fones de ouvido denotavam claramente que se tratava de um jovem metaleiro mas, apesar de tudo isso, ele nada tinha contra uma bonita eminha. Cox tinha pressa. Ele havia sido deixado pra trás para comprar pipocas e o resto da galera já estava entrando na sala de cinema. Provavelmente o filme estaria começando agora e ele não queria perder.

O clímax da história é agora, onde essas duas figuras se encontram. Cox, em passo apressado, faz a curva para entrar no cinema e, ao virar a cabeça, repara na bonita e sem dúvida mais jovem garota sentada ali. Uma série de circuitos em seu pênis cérebro entram em ação em uma fração de nanosegundos e ele declara, puramente:
- Gostosa!
E é aí que ele percebe que, devido aos seus dentes frontais enormes que mantém sua boca sempre aberta, ele não só pensou isso (como de costume), mas também declarou em alto e bom som. O que inclusive fez a menina levantar a cabeça. Diante de tal constrangimento e imprevisto, Cox faz o que qualquer um em sã consciência faria no seu lugar (se é que uma pessoa em sã consciência se meteria numa situação dessas). Ele correu. Correu alucinadamente na direção em que seus pés já estavam virados. Correu com tudo o que pode para a sala de cinema, onde poderia se esconder no escuro. Ah, o escuro.

Eu caminhava e comia minhas pipocas. Eu sempre achei muito bonito segurar as pipocas só para depois que o filme começar, mas aquele cheiro de manteiga na minha cara e a fome sempre foram mais fortes. Eu caminhava calmamente e comia calmamente cada pipoca como se fosse a última. Ah, eu sempre soube como aproveitar a vida.
Na época meu cabelo não era cheio desses produtos químicos e vaidade. Ele era um asqueroso e respeitoso Black Power. E assim, balançando meus cachos que só por existir desafiavam todas as leis da física e moral, eu ia em direção ao filme. Lá vários amigos meus estariam me esperando. Menos o Cox, é claro, cujo o qual eu respeitosamente deixei pra trás para não perder o começo do filme.
Hei que, como um raio, o próprio passa por mim. Eu já estava naquele corredor final que levaria até a sala. Acho que o nome do local é 'corredor de acesso'. Sabe qual é, né? Aquele todo preto, com luz escassa e uma curva no final. Ah, a curva.

Cox estava histérico demais para pensar na curva. Mas a curva não ia esquecer dele assim tão facilmente. Ou melhor dizendo, a parede.

E foi assim que, com direito a pipoca, eu presenciei uma cena pra toda a vida.

Toda a estrutura do corredor tremeu e urrou diante do tamanho do impacto. O jovem Cox, ainda atordoado pela lei de Newton da ação e reação, vôou pra trás e estatelou-se caprichosamente no chão.

Ah, eu tomei meu tempo. Me aproximei no mesmo ritmo, comendo cada pipoca como se fosse a última e, de pé, fiquei ali encarando o rapaz que, naquela mistura de dor e risos que todo mundo já viu alguma vez, se debatia no chão. Foi o nascimento do termo que críticos sem saco pra algo mais complexo usariam pra falar sobre qualquer coisa minimamente relacionada a comédia. "Simplesmente hilário"

Até hoje me lembro dessa história quando entro em qualquer sala de cinema, seja lá onde ela estiver. E até hoje a repito para quem tiver a sorte de estiver por perto e quiser ouvir.
Ah sim, aqueles foram bons tempos...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Well, I woke up this morning... Rainbow fill the sky~.

"Olha aí pra mim como é que tá o Sol."
"Pai, minha mãe mandou eu ligar e mandar você olhar pro Sol. Não, isso não é um atentado. Olha aí que tá mó rox."
"Ei, você já viu o Sol hoje? Não sei se é só em Campinas... Tem um arco-íris enorme em volta dele."


- Gam, o Galhards disse que o mundo vai acabar dia 10 por causa do Acelerador de Partículas.
- Não era só em 2014?
- Ele que disse...

- Galhards, não era só em 2014?
- Não, nada a ver. Eles já ligaram uma vez e deu pau. Agora vão ligar de novo.
- Ah é. 2014 eram os Maias...
- Não, isso era em 2012.
- Cacete, o mundo vai acabar três vezes?

- Mas o Acelerador não ia acabar com o mundo depois de muito tempo caso desse errado? Algo sobre uma longa reação em cadeia e tal...
- Não porra! Vai ser instantâneo!
- Apostado. Se o mundo acabar dia 10, eu te pago vintão.


- Gam!
- Fala Amorim.
- A gente tava aqui vendo o que cada um quer ser depois que o mundo acabar. O Dok disse que quer ser minha cueca.

- Mentira!

- Pô, sei lá... Acho que eu ia querer ser eu de novo.
- É, eu também ia querer ser eu de novo.
- Eu ia querer ser eu de novo.
- NÃO VALE SER HUMANO! Tem que ser alguma coisa. Tipo, eu queria ser uma baleia. É só abrir o bocão e sair comendo tudo. Além disso baleias tem moral e são respeitadas.

- É Amorim, aí você vai lá no mar do Japão e eles te pescam.
- E você vai ficar gritando "Não, não me matem! Eu sou do seu povo!"
- MAGHAUYHAUHA todo japonês quando morre vira uma baleia, pra pagar por seus pecados...


- Gam, você sabe o que é uma supernova?
- É uma menininha recém-nascida... Brincadeira. Não é aquela parada quente pra cacete do Quarteto Fantástico? "Supernova bad".
- AHA! Obrigada Gam! É que o Galhards não queria falar o que é.

- AHUHASUA boa tentativa, Gam. Mas não é isso!
- É o quê então?
- O Preto deve saber. Vamo ver. Preto, você sabe o que é uma supernova?

- É a temperatura do Sol, não?
- Quase.

- Dok, você sabe o que é uma supernova?
- É um bom nome pra uma banda!

- Olha Gam. Se o mundo vai acabar dia 10, vamo todo mundo pro puteiro. Tá por minha conta.
- Ae! O Amorim vai pagar puteiro pra todo mundo!
- Mas como é que é essa história de fim do mundo?
- Vão ligar um acelerador de partículas que se der certo vai revolucionar de novo a história da ciência e os caras vão ficar trilionários. Mas há uma chance mísera de 0,000000000x% de der algo errado e iniciar uma reação em cadeia que vai terminar criando um buraco negro desse tamanhico ocasionando o imediato fim do planeta.
- Bah, só isso? Esquece o puteiro.
- Mas a pesca amanhã ainda tá de pé, né?
- Claro. Adoro pescar.


Voltei a jogar Battle for Middle-Earth II. É um joguinho de guerra do Senhor dos Anéis.
Tô muito enferrujado... Meu exército de anões que antigamente acabava com os elfos do Preto com facilidade agora é um alvo fácil pra eles. Bom, é só uma questão de prática.
Amanhã iremos pescar em grupo e com minhocas devidamente compradas, hohoho >)
Vai ser divertido.

E olha só, terminei o primeiro capítulo daquele HQ que eu falei. Clica nesse link pra fazer o download:
http://rapidshare.com/files/141195756/HQ2_-_1.rar.html

Os passos são simples. Clique em Free User. Espere o tempo que ele mostrar e clique em Download. Tchans!