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sábado, 21 de novembro de 2009



Ah, mas artistas são uma piada.
Por trás de sua falsa humildade, todos se acham melhores que a massa. Crêem que valem alguma coisa só porque são únicos. Ora, grande merda ser único.

Cuspindo frases sem sentido em fundos coloridos, fingindo que elas contém os segredos da vida. Elogiando as frases desconexas de outros artistas, num consenso silencioso de auto-ajuda e irmandade entre todos os mentirosos.

Ah, artistas. Vocês se amam e todos os idolatram, mas eu sei o que vocês realmente são. Seus sanguessugas geniais...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dizem que chorar faz bem, mas na verdade não resolve porra nenhuma.

Pô, as vezes me dá vontade de ter me inscrito no vestibular de alguma faculdade lá fora. São Paulo, talvez Rio.
Fugir dessa várzea toda por aqui e começar do zero. Resetar a build e pá.
Mas sei lá, as coisas mudam por conta própria no fim das contas... Não é preciso se esforçar tanto.
Não é que eu seja depressivo e esteja reclamando da vida. Só seria uma variação bem vinda.
Eu ia sentir saudades pra caralho da negada toda por aqui, mas tudo tem seu preço...

A idéia inicial era terminar o post por aqui mesmo, mas uma sequência de posts pequenos semi-profundos é onda, e eu não curto onda.
Ao invés de terminar, monologarei sobre qualquer coisa.


Não sei se isso vale pra todo mundo ou se é só pra mim, mas eu mudo direto o perfil do meu Orkut. Minha teoria é que assim eu acho que minha vida vai mudar alguma coisa, aí não muda nada e eu resolvo tentar de novo. Tudo isso subconscientemente, claro.
Mas sei lá, as vezes é pura falta do que fazer mesmo.

Perceba, eu falo tanto sobre mudar o ritmo da minha vida que parece que tá tudo uma puta desgraça, eu sou um drogado irremediável e tenho quatro filhos esplhados por aí em barrigas de 12 a 15 anos. Não é bem por aí.
Acho que eu me acostumei com um estilo de vida, ele mudou e eu não curti o atual, preferindo assim o anterior. Ou não tem nada a ver e é só a ansiedade do vestibular se aproximando cada vez mais. Ou outra coisa, vai saber... Só sei que eu gostaria muito de acordar e presenciar coisas absurdamente inesperadas no decorrer do dia só pra espantar a monotonia.


Preciso dormir.


Correção.

Preciso hibernar.

Hibernar por dias e dias e dias pra depois acordar e caçar salmões. E nesse meio tempo eu queria ter um cérebro não super-desenvolvido. Uma coisa normal de um mamífero normal, sem as preocupações, problemas e fantasmas dos seres humanos. É, isso seria bem bacana.

Como não posso, resta-me aproveitar o feriado.


Sabem que filmes eu vi?
Up - Altas Aventuras
9 - A Salvação
Tá Chovendo Hambúrguer

Por ser do Tim Burton, talvez você pense que 9 é uma obra ALTAMENTE indispensável e na moda. Não é. Dos três filmes, eu deixaria tranquilamente em terceiro.
Tipo, é legal. Bonitão, medonho, cheio de efeitos, essas coisas. Mas os outros são melhores.
Tá Chovendo Hambúrguer é estupidamente melhor do que parece ser e não deveria ser julgado pelo cartaz nem pelo trailer. Por outro lado, pode ser julgado pelo nome. É muito apropriado. Fica em segundo.
Up é uma obra de arte indispensável pra vida, daquelas tipo Wall-e. Tenho dito.

Aliás, encher a casa de balões e fugir pra América do Sul parece uma idéia conveniente. Oh, wait...


Quando eu digo que vou estudar por dinheiro algumas pessoas devem pensar horrores sobre mim. Na verdade eu quero ter dinheiro pra poder viajar e fazer exatamente o que eu tô morrendo de vontade agora. Desaparecer. Desaparecer com direito a cheiro de mar e suco de laranja. Ô, vidão.


Eu obviamente não sou do tipo que se preocupa muito para o que os outros pensam, mas se eu paro pra pensar vejo que isso pode ser bem interessante. Cada pessoa tem uma visão diferente e distinta sobre mim dependendo das minhas ações enquanto com ela. Ações essas que foram influenciadas por uma série de fatores randômicos externos e talvez não fossem exatamente o reflexo do meu verdadeiro eu, mas algo necessário naquele momento em específico. Já pensou?
Tem um ou outro doido que me considera bem acima do que eu realmente sou.
Em compensação, há gente que me despreza por aí, coitado de mim.
E na verdade eu nem sou tão interessante assim.
Aí no fim das contas são poucas as pessoas que realmente dá pra apontar e falar "Esse aí me conhece bem". É legal concluir isso. Meio inútil, mas legal.


De repente me ocorreu acompanhar o Renan (irmão do Dok) até a escola na quinta de manhã e me alistar no voluntariado da ONG por ali. Cuidar de criança e pá. Ensinar teatro.
Agora eu sou uma pessoa útil na sociedade! Yes.
Dependendo de como eu me sair nisso, vou perguntar pra Soraia se ela pode me levar até o Boldrini pra eu conhecer as paradas por lá.

Sei lá, me sinto mais a vontade com isso do que com Engenharia da Computação. Não que eu vá largar os estudos e virar palhaço de hospital, lol. Mas não vejo porque não ser um palhaço de hospital engenheiro de computação.

Gosto de ajudar. Ajudo o grupo onda a minha mãe trabalha como pau pra toda obra em diversos eventos. Cansa pra caramba, mas eu me sinto incrivelmente satisfeito no fim. Não estou diretamente trabalhando com os deficientes que eles ensinam, mas só de ajudar essa gente que ajuda os outros eu me sinto exatamente onde devia estar. Talvez seja uma necessidade egocêntrica de se sentir importante pra alguma coisa. Talvez eu tenha achado algo que valha a pena fazer com essa vida enorme. Não sei.



Porra nenhuma.


Pô, tenho que tirar uma música de 10 minutos no baixo pra tocar no evento de fim de ano que eu nem fui oficialmente convocado ainda. Tenso. Eu mal lembro como se segura um baixo... (/exagero)
Mas naquelas, vai dar tudo certo. Ainda tem tempo.
Puxa, ano passado foi divertido a beça.


Agora a imponente marreta de areia do sono me quebrou de vez. Vou nessa. Foi bom monologar com você, seja lá quem for.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

"Eu só consegui uma foto pesquisando no Orkut..."

Aeaeae, voltei pra Campinas!
Pra variar, nenhuma foto de Caraguá. A foto mais recente que eu vi de lá é de quando eu tinha dois anos.
Sim, como prometido voltei mais sussa da viagem. Da última vez tinha baixado várias músicas do Jack Johnson, agora várias do Bob Marley. Huhuhu. Eu queria ter voltado com umas camisas havaianas, mas não tinha. 
Pelo jeito vou ter que procurar por elas no Hawaii mesmo. Puxa, puxa, puxa.

O mais legal é que o meu quarto parece mais sussa agora que eu voltei. O Sol sempre se põe pro lado da minha janela, e eu adoro isso.
Eu já tinha reparado antes, mas agora parece mais legal... Sei lá. Vai ver tô doidão.

Depois vou averiguar com meus pais quais são as chances de pendurar uma rede no meu quarto. A da sacada é um lixo D:

Antes de Caraguá eu tinha ido pra Volta Redonda, e aprendi umas coisas com o Folx sobre baixo. Me resta treinar agora. Show, show.

Oitavo capítulo lá! Mais um pouco sobre o lote perdido das mulheres~
Desculpa a demora, gente. Se alguém tivesse me cobrado, eu juro que teria postado mais cedo. :2




Ae! Procurando por Sburbles no Google, meu blog é a primeira coisa a aparecer. Valeu pela descoberta, Arroiz \o\

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Just so easy when the whole world fits inside of your arms.

Estava eu lá ultrapassando a marca da metade do meu almoço (lê-se 'no terceiro espeto de carne'). Enquanto fazia isso eu assistia a adultos em maioria gordos conversando sobre amenidades com amigos semelhantes, crianças nojentas brincando e mijando na piscina (e gritando isso em alto e bom som), cachorros fofinhos correndo de um lado a outro. No rádio ligado da lanchonete tocava um forró ligeiramente bobo e agradável. A carne estava simplesmente perfeita. E, me vendo nessa situação singular, comecei a pensar em que vida agradável tenho levado fora de casa. Digo, eu estava me virando muito bem com os meus compromissos (faltando em uns, indo a outros) e, pasme, já tinha até arranjado uma namorada!

Eu sempre me dei bem fora de casa. Quando vou viajar, passar um dia ou mais na casa de um amigo ou coisa e tal, geralmente sem meus pais, sempre noto como me dou bem e me divirto com a 'aventura'. É por isso que decidi viajar bastante quando crescer. Ou, correndo o risco de soar familiar para alguns, me tornar um mochileiro. Acho que a vida viajando por aí, conhecendo um monte de gente e um monte de lugares legais deve ser muito bacana.

Então pensei na Mika. Será que quando eu conseguir um emprego caseiro que me permitisse viajar (se eu conseguir), ela aceitaria ir comigo? Sejamos mais práticos ainda. Será que ela ainda vai estar namorando comigo?
Mesmo se eu estiver solteiro, e se eu acabar arranjando outra namorada numa dessas viajens? Será que isso me faria parar?
Pensei melhor e cheguei a conclusão de que, na remota hipótese de que eu teria um emprego bom e caseiro, estivesse livre pra ir pra onde quisesse, ainda namorando com a Mika e ela não quisesse ir comigo, eu ficaria com ela. Bem ou mal, dá pra conhecer novas pessoas e lugares em qualquer canto. Até perto de casa.

Foi mais ou menos por aí que o meu espeto acabou. Ao forçar minha mente a focar-se em ir comprar outro, minhas divagações acabaram se centrando em outros assuntos.
Como levar a Mika pra festa de Domingo?
Pensei um pouco e arquitetei um plano aceitável. Minha próxima reflexão foi a constatação de que a Mika acaba surgindo em quase todos os meus pensamentos.A próxima foi "Vou postar isso no blog". Mas se eu dissesse isso aqui, perderia toda a magia.



A primeira parte desse post foi escrita há muito tempo, logo em seguida ao post do Cox. Eu já não lembro se a Mika foi pra festa de Domingo, nem que festa é essa... Mas ela ainda aparece em quase todos os meus pensamentos. Aliás, hoje ela disse que me ama. Tô no espaço~

Mas vocês não precisam ouvir minhas melações. Deixa eu falar sobre outra coisa...


Sim, eu mudei o layout. Agora é um em homenagem ao Guia do Mochileiro das Galáxias, que é uma história que eu curto pra cacete.

E mais, eu tirei certos favoritos do Sburbles... Tirei os que nunca atualizam e os lazarentos que nunca lêem meu blog. Tem alguns que se encaixam em um ou nesses dois grupos, mas se por algum motivo eu gosto do link deles, não tirei.

Massim, mudando de assunto!


Campinas é uma cidade que recebeu muitos imigrantes japoneses. Existe um clube aqui feito por eles pra eles, chamado Nipo. O Nipo tá sempre de portões abertos, não importando se você é sócio ou não. Lá ocorrem festas e eventos (já ouviu falar da FanMixCon?), além de uma feira mensal todo segundo Domingo com diversos produtos japoneses ou não. É lá que eu arranjo canetas de choque... Anyway.
Além disso, no Nipo existem três grupos que se encontram todo Domingo. O KodomoKai, o JuniaKai e o SenenKai.


O KodomoKai é tecnicamente uma creche. Crianças são deixadas lá de manhã para serem supervisionadas, brincarem e até aprenderem um tantinho de japonês. Essa criançada é supervisionada por alguns caras do JuniaKai. Aliás, em prol da informação: O Cox já foi monitor do KodomoKai... Daí você tira suas próprias conclusões.

De manhã a criançada traz diversos lanches e bebidas, que são servidos como café-da-manhã depois. Meu café-da-manhã, as vezes.

O JuniaKai é a próxima reunião, realizada a tarde. Dos três grupos, é o mais numeroso, contando agora com 150 membros. Os jovens de 11 a 17 anos chegam, comem o que restou do café do KodomoKai, conversam, zoam da cara de alguns rapazes pré-determinados e realizam alguma tarefa grupal legal.
Cantam em corais, participam de esportes, trazem PS3 e pá e pó. Você consegue imaginar o que é brincar de polícia e ladrão com 60 pessoas com direito a arminhas de água? Pois bem, é um barato.

Depois de realizadas as atividades do dia, os Junia se juntam numa grande roda e fazem uma reunião. Mais tarde vamos conversar sobre algumas dessas reuniões.

E, por fim, temos o SenenKai. O grupo é de semi-adultos (18 a 20 e tantos anos). Eu não sei o que eles fazem, conheço só alguns membros e não sabia da existência desse grupo até ontem. Aliás, nem foto deles no Google eu achei. Ninjas...

Agora, vamos tratar das tais reniões do JuniaKai.

Não, eu não sou um membro. Por morar a uma distância ínfima do Nipo, as vezes eu apareço por lá, só isso. Fato é que, por uma fantástica improbabilidade do destino, eu estive presente em algumas das reuniões mais importantes. Eu estava lá quando eles planejavam a recepção do príncipe japonês que vinha em comemoração aos cem anos de imigração. Eu estava lá quando eles decidiam como seria a camisa oficial do JuniaKai. Eu estava lá quando uma bola de futebol bateu e quebrou a janela espalhando cacos pela quadra inteira (isso não foi importante, mas super divertido). E, creiam, eu estava lá ontem quando eles decidiram ser reconhecidos internacionalmente.

Akira, membro original desde a criação do JuniaKai há cinco anos e líder organizador do grupo estava de pé diante de vinte jovens majoritariamente japoneses. Era um dos últimos encontros do grupo neste ano e ele tinha um assunto importante pra colocar em pauta:

- Gente. Quem tava aqui em 2003 levanta a mão. Pois é... Vocês lembram como era? Era só um grupo de amigos que criou o JuniaKai sem intenção nenhuma, só pra se encontrar aqui... E agora nós temos 150 membros. Naquela época nós tinhamos sonhos e até um objetivo. Chegar no Japão. Agora a gente já chegou. E aí, vamo parar ou o quê?

Ninguém queria parar, é claro. É verdade que eles já tinham chegado no Japão. Eu estava lá quando o Akira falou sobre os garotos que foram mandados por eles em intercâmbio. Agora eles precisam de uma nova meta.

Depois de um bonito e explicativo discurso sobre o que é estratégia (do inglês estrategy, do latim estrategia...), ele distribuiu papéis para votarem em qual seria o próximo objetivo do JuniaKai.E estava lá, com quase unanimidade, colado no armário: "Ser reconhecidos no mundo inteiro! \o/"

Oficialmente, a contagem dos votos seria depois de uma pausa para uma apresentação no palco, então todos começaram a sair. Mas pra quem viu o armário, tava na cara que seria isso.

Eu fiquei sentado ali até todos saírem e só sobrarmos eu e o Akira na sala.

- Ei Akira. Você bota fé nesse negócio de reconhecimento mundial?- Eu só perguntei porque queria saber o que ele iria responder.

- Boto - Ele disse com aquele sorriso japonês (^^) sem pensar duas vezes.

- Mas você tá ligado no tamanho do mundo? Isso vai dar um trabalhão.

- Mas se é mesmo isso que eles querem, com esforço a gente chega lá. Você acha que dá pra conseguir 50 mil reais em cinco meses?

- Dá?

- Foi o que a gente fez pra mandar eles pro Japão... E antes a gente só conseguia 5 mil por ano. Se você quer mesmo uma coisa é só lutar pra conseguir. Vai ser fácil.

Aí eu fui jogar PS3 (Naruto Ninja Storm é muito legal, por sinal). Depois nos juntamos pra terminar a reunião, e todos afirmaram várias vezes seguida que definitivamente era isso que eles queriam, não importasse o tempo e o trabalho que desse.

Eu passei o meu telefone pra eles. Se eles planejam mesmo ser reconhecidos no mundo inteiro, vão precisar de toda a ajuda possível. E eu adoraria fazer parte disso.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

And boys and girls with hearts that take and give and break

Sim, é outro post dinâmico.

How many times must we go trough this?
You'll always be mine woman, I thougt you knew this
How many times must we go trough this?
You'll always be mine. Cupid only misses sometimes...

Eu sei que depois alguém vai aparecer e dizer "Aaah, eu sei porque você fez aquele post dinâmico!", e eu vou dizer "Nada a ver, você é louco". Mas todo mundo sabe que eu tô de sacanagem.

Primeiro, eu tava devendo satisfações a quem leu o último post dinâmico.
A Celeste nunca foi presa na ditadura. Na época ela era uma criança e só viu as coisas pelo perigo
de ir nas ruas e notícias censuradas.

No, he's just another version of his dad
Who learned to love things that he never...
All he ever does is walk alone~
Man, he can only walk so far before...
All he ever does is look inside~
He don't need nowhere to hide.

Agora pensa comigo. Quando a Celeste era uma criança, a Soraia era uma estudante sendo presa! Tipo, bizarro né? Só quem conhece as duas vai entender a discordância. A Celeste parece mais velha que a Soraia. No mínimo da mesma idade!

O cigarro fez isso com ela, só pode. Bah, exagero meu... ela é mais lerda mesmo, coisa de natureza.

I wanna turn the whole thing upside down
I found the things they said just can't be found

Eu não fui visitar a Kami... Nem pra Caraguá.
Agora acho que as férias não teriam sido tão legais se eu tivesse ido.
Mas eu fui pra caravana de quatro dias pra AF com o povo do TBoA. Tudo carioca, manja? Muitos disseram que ir com uma caravana carioca pra São Paulo era idéia de jerico, mas eu sabia que ia valer a pena.
Bom, valeu. ;P
E se valeu.

Who's to say I can't do everything?
Well, I can try
And as I roll along I begin to find things aren't always just what they seem~

Só pra deixar claro, aquelas fotos no meu Perfil são só selinhos. Eu não virei um Don Juan de uma hora pra outra, sério.
Agora a Kami fica pra bienal do livro, que eu esqueci de novo quando vai ser... Espero que ela me avise.

Where'd all the good people go?
I've been changing channels I don't see them on the TV shows
Where'd all the good people go?

Ah, rapaz. Meu primo Folx toca baixo, né. Eu tava lá de bobeira na casa dele (Volta Redonda - RJ) e vi ele tocando. Aí eu pensei "Pô, é isso aí"

Eu não toco instrumento musical nenhum. Mas porra, eu sou canhoto! Minha mente tem uma propensão a criatividade, música e essa coisa toda. Por outro lado, eu também sou estiloso demais pra fazer o que todo mundo faz.~
Esse meu lado egocêntrico que me impediu de tocar violão e guitarra.
Eu até peguei numa gaita e comecei a brincar, mas foi foda achar um professor e tal...
Quando o Cox achou um pra mim, eu tava enrolando um pouquinho pra ligar pra ele. Ainda bem, porque agora eu sei o que eu quero.
Baixo é mais legal~
Mais fácil, menos barulhento, bem discreto. As pessoas só ouvem um baixista se realmente quiserem, entende o que eu digo? Eu não. Bom, pelo menos não muito bem.

If I stay in one place, I lose my mind~

Agora eu vou fazer aulas de baixo. Antes de começar as aulas já aprendi um par de coisinhas aqui e ali. Como gosto de praticidade, já comprei o baixo a preço justo (preço baixo =D) assim que cheguei em Campinas e boa.
E pois é, só vou tocar em público quando ficar craque mesmo. Fica avisado.

We can close the curtains, pretend there's no world outside~
We can pretend it all the time
Can't you see that's just raining?
Ain't no need to go outside~

O filme do Batman tá muito bom, por sinal... Aquele Curinga merece dois Oscars por fala.

The telephone is singing, ringing, it's too early I don't pick it up
We don't need to!
We got everything we need right here and everything we need is enough

Dois não, três.

We gotta wake up slow...

Fazia muito tempo que eu não ouvia essas músicas. Belle & Sebastian, Jack Johnson, Gavin DeGraw... Eu tinha esquecido a sensação sussa que elas passam~

Elope with me Miss Private and we'll sail around the world
I will be your Ferdinand and you my wayward girl
How many nights of talking in hotel rooms can you take?
How many nights of limping round on pagan holidays?
Oh Elope with me Miss Private and we'll set something ablaze
A trail for the devil to erase.

Pois é, eu também não faço a menor idéia do que e/ou quem seja Elope e Ferdinand.
Três e quarenta.
Meu Pokemon do celular deu pau. Substituí por Harvest Moon 2, também pra Game Boy ;9
Também baixei Doom 3d... É bacaninha.

If I was a flower growing wild and free all I wanted is you to be my sweet honey bee~

ASKDHAS essa música é o cúmulo da breguice. Eu adoro.
Ah, merda. Peguei uma tosse do cacete, pra variar. E tô enrolando pra ir na desgraça do médico e resolver logo isso.

All I want is you, will you be my bride? Take me by the hand and stand by my side~

O que mais poderia dizer? Férias nota dez (y)

Shadow walks faster than you
You don't really know what to do
Do you think that you're not alone?
You really think that you are immune to it?
It's gonna get the best of you
It's gonna lift you up and let you down
It will defeat you then teach you to get back up
After it takes all that you learned to love

Sono começando a chegar...

It'll teach you to love what you're afraid of
After it takes away all that you learned to love
But
you
don't
always
have to hold your head
higher than your heart

Ah, muleque! Novidade quente. A unidade JM do Integral foi demolida. Simples assim. Agora minha unidade vai ser duas-em-um. Altos parceiros da unidade vizinha agora são nossos vizinhos de sala. Amanhã... Digo, hoje começam as aulas e a gente vai tocar o terror! Vai ser uma várzea total com aquele monte de gente e eu com certeza quero estar lá pra ver.
Se bem que no primeiro dia falta bastante gente... De qualquer forma, vai ser divertido.

You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not...
Du ru ru~

Dormi.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Eu vi gnomos, hahahahahaha! Eu vi duendes...

Quanto a meu segundo dia no Rio... Foi bem bacana! Mas não aconteceu nada do real interesse de vocês. x)
Informação necessária para melhor visualização do post: CLIQUE NAS FOTOS PARA AUMENTÁ-LAS!

Muito bem. Como muitos bem sabem, estive viajando. Depois daqueles dois dias no Rio, voltei pro QG em Volta Redonda, onde vive a massa da família. Depois de um tempo, a família toda foi pra Penedo se encontrar com a família vizinha. Explicarei. Todas as pessoas que descendem da minha vó se encontraram com todas as pessoas que descendem da minha tia-vó. A família Martins e a Medeiros fizeram uma confraternização e tanto.

O que me faz lembrar! Alguém vasculhou o histórico da família em algum lugar e descobriu que nós nunca deviamos ter sido chamados de Martins. Os sobrenomes da minha bisavó que deu nome a família eram Moura Oliveira. Ela devia ter algum ódio profundo pelo passado, porque de uma hora pra outra decidiu que seus filhos trariam o sobrenome Martins.
Ou seja, eu sou da terceira geração dessa família Martins. Consideravelmente nova, né?

Mas não se engane, tinha muita gente naquele lugar.
Mais que isso. Sem exagerar, tinham dezenas de pessoas que eu nunca vi na vida. Foi legal.

Mas isso não me impressionou. A cada mês que passa eu conheço no mínimo mais uma pessoa que tem algum tipo de laço sanguíneo comigo. O que me impressionou foi a pequena cidade de Penedo em si.

É um refúgio de duendes.

Não, sério mesmo... Penedo é um refúgio de duendes.

Eu almocei em Penedo, sabe. Paramos em um dos vários restaurantes disponíveis (é uma cidade turística a beça). A comida era boa, mas as cadeiras e mesas são minúsculas! Meus joelhos batiam na mesa, cáspita! De início pensei que se tratava de uma cidade de homens gordos e baixinhos, mas posteriormente averiguei melhor todo o quadro.

Quem me explicaria tantas apologias ao Papai Noel!? E estamos em Julho! Por que alguém em sã consciência construíria um shopping chamado "Casa do Papai Noel"? Não o bastante, também uma praça e um restaurante?

Não convencido? Que tal isso?!
E isso!?
"Sua mula destrambicada, isso é um extravengo pra tirar foto!", você vai pensar. Mas é claro que eu sei que é um extravengo de tirar foto, pô. Mas me diga onde mais você vê um trambique desses com o tema "Duendes em Cogumelos"? Suspeito, né?

Já com certa suspeita, decidi conversar com um dos nativos do local. Pela janela de um restaurante, perguntei ao rapaz:
- Oi moço. Você pode me responder uma parada? Quem nasce em Penedo é o quê?
- Não sei... Eu não sou daqui. Pergunta praquela moça ali ó.

E lá fui eu chamar a outra cozinheira...

- Ô moça! Quem nasce em Penedo é o quê?
- Iiixi, sei não, minino! Eu num sô daqui não.
- Ôxi...

Não só esses dois, mas TODOS os supostos nativos não são de Penedo! É uma cidade de escravos humanos?!


Ainda não convencidos?
Repare então nos nomes duendísticos escolhidos para os estabelecimentos da cidade.
Me pergunto se quem dorme em uma dessas pousadas volta pra casa um dia...
Nessa foto observamos uma escrava humana (muito bem escolhida, aliás) entregando-me um panfleto que convida gentilmente a estabelecer morada em um dos condomínios inteiramente naturais produzidos apenas com folhas recicláveis e envoltos das mais belas paisagens naturais. Como meu primo e amigo Jean Perigoso sabiamente observou, o papel também tinha um cheiro de natureza muito peculiar.

Para os mais cínicos que insistem em não acreditar em minha descoberta, eis a prova mais concreta e inegável de que duendes existem em Penedo! UM DUENDE PEGO EM FLAGRANTE.
Observe sua aura mística, típica de criaturas mitológicas. O seu porte encolhido, típico de criaturinhas malandras. Seu olhar mutreiro e misterioso e, mais importante, seu longo membro apical rijo, possivelmente utilizado para manter os escravos humanos a curtas rédeas.


Obviamente, eu fiz uma pesquisa aprofundada no Wikipedia mundo on-line assim que cheguei em casa. Eis que Penedo na verdade é uma cidade famosa do Alagoas! Sendo que Penedo que eu visitei era no Rio de Janeiro! Será a imaginação dos duendes afetada? Teriam os duendes copiado o nome de outra cidade qualquer? Isso é algo que eu não vou investigar mais a fundo, pois jamais pretenderei me tornar um escravo humano.

Se bem que eu ainda quero saber como se chama quem nasce em Penedo...
Ah, eu ainda não sei onde colar minha figurinha do Guillermo Franco. Alguma sugestão?